Saiba como diminuir o risco do temido Zika vírus

Há um inseto alado que desde 1982, comprovadamente, é o vetor da dengue no Brasil. Segundo o Instituto Oswaldo Cruz, este foi o ano que o primeiro caso foi registrado em território nacional. Desde então, as estratégias para coibir a proliferação da doença foram focadas em diminuir o alcance e a força do mosquito.

Como você sabe, não deu certo.

Nestes últimos 33 anos, nenhum dos governos (federal, estadual e municipal) conseguiu deter as epidemias que colecionaram vítimas. Tampouco a população aprendeu que é corresponsável e parou de deixar água parada em suas residências – locais onde, vale lembrar, estão mais 80% dos focos das larvas do transmissor.

Ok. Até já estávamos resignados em enfrentar a má fama do Aedes por causa da dengue quando descobrimos que ele também é transmissor do Zika vírus.

Aí, passamos a ter temor deste bichinho resistente.

Zika, esta doença “prima” da dengue, circula no País desde a Copa do Mundo, mas até então não havia recebido muita atenção. Porém, no segundo semestre de 2015, médicos de Pernambuco passaram a registrar atendimentos fora da curva de casos de microcefalia (situação em que os bebês não conseguem pleno desenvolvimento no ventre da mãe, o cérebro fica pequeno e as limitações são graves, quando não raro letais).

As autoridades sanitárias passaram então a investigar se haveria relação entre microcefalia e a contaminação por Zika vírus e, então, o Ministério da Saúde chegou ao veredicto: sim, os dois casos estão relacionados, e bebês estão nascendo com graves alterações cerebrais por causa de picadas de mosquito.

O pânico foi instalado.

O número de notificações suspeitas de bebês com desenvolvimento cerebral  comprometido tem crescido de forma avassaladora. Eram 400, saltaram para 1.700 e chegaram a 2.100. O último balanço do Ministério da Saúde que acaba de ser divulgado mostra que já estão em investigação quase 5 mil casos, registrados em 830 municípios, de 24 unidades da federação. Doze mortes de bebês foram confirmadas e outras 51 continuam em investigação.

Mulheres que estão com a gravidez em curso ficaram sem alternativas palpáveis para evitar entrar para esta estatística.

A Fundação Oswaldo Cruz também detectou a presença do vírus Zika na urina e na saliva e passou a investigar se a doença pode ser transmitida por meio das relações sexuais desprotegidas e em decorrência do compartilhamento de garfos, louças, roupa de cama etc.

A situação é noticiada de forma amedrontada e o cenário parece ser tão grave que deu margem para a previsão do nascimento de uma geração marcada pela microcefalia. Estados Unidos emitiram alertas solicitando cautela em viagens para o Brasil e a Organização Mundial de Saúde decretou situação de alerta mundial por causa do Zika.

O governo brasileiro lançou um protocolo de atendimento das gestantes que consiste, basicamente, em iniciar o pré-natal o mais rápido possível e tentar diminuir ao máximo a exposição aos insetos.

Dúvidas

É preciso, no entanto, dizer que ainda pairam inúmeras incertezas sobre a doença e suas consequências.

Não há sequer testes laboratoriais já desenvolvidos e disponíveis na rede pública para serem usados em larga escala e, assim, confirmar a presença do Zika vírus. Tal situação compromete, inclusive, as investigações sobre os casos de microcefalia notificados.

Isso porque, não se sabe ainda quantas das mulheres que pariram crianças com cérebros com circunferência menor do que 33 cm, de fato, foram contaminadas pelo Zika. Vale lembrar que desnutrição e outros fatores biológicos também podem ser a causa primária ou secundária de microcefalia.

A sensação de impotência e de desespero neste cenário de dúvidas é agravada porque também não há divulgação por parte dos especialistas e porta-vozes do governo de nenhuma alternativa para prevenir os efeitos da picada do Zika vírus.

Para isso, como é praxe ocorrer, medicamentos ou vacinas precisariam ser desenvolvidos a toque de caixa.

Sobrou como recomendação apenas o uso de repelentes, botas e calças compridas. Além, claro, da cruel indicação para que sejam evitadas as gestações neste período.

Óbvio que o combate ao mosquito é necessário, mas vamos continuar insistindo apenas nesta solução?

Nova Solução

É neste contexto que o neurologista, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Cícero Coimbra, afirma ser urgente a divulgação dos benefícios da vitamina D como um caminho sólido para fortalecer o corpo contra o Zika vírus e diminuir os riscos de malformações congênitas nos fetos.

Dr. Cícero é um dos principais estudiosos da utilização da vitamina D para a saúde humana como um todo e, munido dos principais ensaios científicos sobre a ação terapêutica desta substância, ressalta que seria possível com ela inverter a lógica que sempre rege o combate de doenças transmitidas por insetos.

Pela primeira vez, ao invés de buscar o enfraquecimento do mosquito, a estratégia seria fortalecer o organismo da população (tão maltratado pelos hábitos de vida moderno e fragilizado para receber os germes de toda sorte).

 Para o Zika vírus, a ação da vitamina D demonstra ser ainda mais certeira por dois motivos.

1) Pesquisa publicada no Journal of Clinical Virology ressalta que as altas doses de vitamina D são o melhor e mais efetivo regulador do sistema imune das pessoas, o que significa que a suplementação fortalece as defesas do organismo tornando mais brandas as infecções.

2) Simultaneamente, as pesquisas clínicas também comprovam que, para grávidas, a suplementação desta vitamina também diminui os riscos de malformação congênitas no feto, ampliando o desenvolvimento sadio dos bebês e sem o comprometimento cerebral.

Silêncio

Não. Você não vai ouvir nos consultórios tradicionais – e nem por parte dos governos – a recomendação de que a vitamina D pode ser uma saída para Zika.

Apesar dos sólidos benefícios endossados por pesquisas do mundo todo – que reafirmam esta substância como uma das mais protetoras da saúde – e mesmo com a constatação de que 9 em cada 10 pessoas têm deficiência de vitamina D, responda:

Quantas vezes o seu médico falou do assunto com você?

Dr. Cícero e os consultores da Jolivi sabem da pressão – sustentada por motivações de toda a sorte – em reconhecer a vitamina D como terapia oficial em contrapartida aos medicamentos famosos e tradicionais existentes. Eles dizem também que há ainda muita desinformação na própria comunidade médica.

Por isso, para falar de uma alternativa para nova epidemia que amedronta o Brasil, Dr. Cícero atendeu a nossa equipe.

O bate-papo exclusivo e esclarecedor sobre o Zika vírus e a vitamina D você assiste agora em nosso Café com Saúde.

Assista, compartilhe e tire suas próprias conclusões sobre este caso, que, na avaliação de Dr. Cícero, pode ser a próxima tragédia de saúde pública do nosso País.

Clique na imagem e assista o vídeo

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