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Ômega 3: descubra quais são suas melhores fontes

Você sabia que o peixe de rio não é recomendado para a alimentação? Existem dois motivos que explicam essa premissa. Primeiro, no Brasil, a água dos rios não é fria e nem tão profunda, por tal motivo, as águas não possuem o fitoplâncton e, por consequência, os peixes também não consomem este nutriente. Além disso, o segundo motivo é que, infelizmente, a maioria dos rios brasileiros estão contaminados. Até mesmo na Amazônia.

Um dos grandes motivos para a contaminação dos rios são os garimpos, que utilizam mercúrio e metal, que contamina os lençóis freáticos, contaminando, consequentemente, os rios. Portanto, o problema que o mercúrio causa é bem maior que os benefícios do peixe.

As melhores fontes de ômega 3 estão no mar

Como explicamos anteriormente, as melhores fontes de ômega 3 não podem ser os peixes de rio. O ômega 3 deve ser proveniente de peixes do mar.

Mas, pode ser de qualquer mar? Não.

É necessário ser peixe de águas profundas e frias.

A espécie de peixe mackerel é uma das melhores fontes de ômega 3, o salmão também é outra ótima opção. Entretanto, o mais interessante entre as espécies de peixes é a sardinha.

Por que a sardinha? Porque a sardinha é pequena e vive pouco. Logo, quanto mais o peixe vive, maiores são as chances dele ficar contaminado.

Sabe-se que os peixes comem peixes, o maior come o menor. Portanto, se o menor estiver contaminado, o grande também se contamina ao acumular essas contaminações. Isso é chamado de biomagnificação.

Então, por exemplo, atum não é um peixe tão legal hoje em dia. Apesar dele possuir ômega 3, essa espécie está muito contaminada por ser um peixe de grande porte, que vive muitos anos e se alimenta de peixes pequenos. Entretanto, o atum acumula toda a contaminação, e, esse processo se chama bioacumulação.

Em suma, as melhores fontes de ômega 3 precisam ser peixes de água fria e profunda, tais como: sardinha, salmão e mackerel.

as melhores fontes de ômega 3 sardinha

A sardinha é uma das melhores fontes de ômega 3!

Você já ouviu falar do Óleo de Krill?

Existe outra ótima fonte de ômega 3, o óleo de Krill.

O ômega 3 é, em geral, extraído de peixes e de animais, como a foca, por exemplo, que vivem em situações de água fria e profunda. Porém, existem pequenos camarões, chamados Krill, com a maior biomassa do mundo.

Atualmente, existe uma tendência no mundo que está abandonando o óleo de peixe e começando a utilizar o óleo de Krill. Essa tendência já é muito conhecida nos Estados Unidos.

O Krill é um camarão vermelho que contém astaxantina, como um flamingo. Exemplificando, um filhote de flamingo é branco, contudo, o flamingo já crescido possui uma cor avermelhada. A mesma coisa acontece com o Krill, ele é brando no início da vida e, ao longo do tempo, fica avermelhado.

Como o Krill é a maior biomassa do mundo, não tem perigo de acabar. O estoque é absurdo!

Por essas razões, as pessoas estão decidindo usar o Krill Oil pois ele possui uma maior eficiência. Por que ele tem eficácia maior? Porque ele vem com a astaxantina, que é aquela mesma do salmão, componente que não deixa o ômega 3 oxidar.

Então, quando você põe uma cápsula de óleo de Krill e conseguir observar a cor vermelha, significa que o ômega 3 ainda está bom para consumo! Quando a cor desaparecer, significa que você deve jogá-lo fora.

Além disso, ele é famoso por possuir alto valor nutricional: rico em vitaminas como A, B, C, D e E, contém também minerais como cálcio, zinco,sódio, cobre, selênio, manganês, potássio, magnésio e entre outros.

os suplementos de ômega 3

Ômega 3 é um dos alimentos indispensáveis para a sua saúde!

Para suplementar o ômega 3

A nossa alimentação atual é carente de ômega 3 devido à dificuldade de ingerir a quantidade diária indicada. Para aqueles que não consegue obter o ômega 3 por meio das refeições, com a ingestão de peixes, os suplementos acabam sendo um caminho necessário.

4 premissas de um bom ômega 3

Existem várias formas de suplementos de ômega 3 disponíveis no mercado. Porém, o mais importante é observar se o produto é de boa qualidade, de procedência confiável. Lembre-se, um bom ômega 3 deve seguir as seguintes premissas:

  • Ser ultrafiltrado
  • Livre de mercúrio
  • Armazenado em vidro escuro
  • Ter uma boa concentração de DHA e EPA

No Brasil, infelizmente, poucas marcas preenchem esses requisitos e a grande maioria está contaminada com mercúrio, oferecendo um risco maior do que o benefício. Também é bem comum existir produtos que vendem o ômega 3 de forma impura e oxidado, o que é altamente prejudicial. Portanto, é preciso se atentar no rótulo antes de comprar.

Desconfie de marcas muito baratas, não tem jeito de economizar com a suplementação do ômega 3 devido à dificuldade de conseguir trazer o nutriente sem danificar, é um processo que custa caro.

Pesquise bastante sobre os suplementos de ômega 3

A outra dica é pesquisar bastante. Existe um grupo internacional chamado The International Fish Oil Standards Program (IFOS), que classifica os produtos disponíveis no mercado, listando as melhores marcas de ômega 3.

Sobre a quantidade diária aconselhada de ômega 3, ela ainda não é um consenso dentro da comunidade médica. Porém, a boa parte dos especialistas defendem como segura uma porção que varia de 1 a 3 gramas de ômega 3 ao dia.

É importante, no entanto, ressaltar que a Jolivi não indica a automedicação. Por isso, antes de tudo, converse com o seu médico de confiança para saber a dosagem certa para o seu organismo.

Você gostou de saber quais são as melhores fontes de ômega 3 e como escolher o melhor suplemento de ômega 3? Cadastre-se para não perder nossos diversos conteúdos sobre saúde natural.

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