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Usar ou não usar máscaras? Dra. Denise de Carvalho explica

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Denise de Carvalho

Especialista: Denise de Carvalho

Médica e Especialista em Gastroenterologia

CRM: 14.558/SP

8 outubro 2020

Médica e Especialista em Gastroenterologia formada na PUC de Campinas em 1998, com especialização em Gastroenterologia pelo hospital Clínic de Barcelona, Cirurgia e Endoscopia Digestiva pela USP. Atua com Medicina Baseada na Individualidade, com olhar sobre o paciente (mente e corpo) e não somente na doença. Também é idealizadora do COINEMA - 1º Congresso Internacional de Emagrecimento On-line.

Usar ou não usar máscara? Eis a questão.

É, senhor seu Shakespeare, o ano de 2020 tem nos trazido questões existenciais que só mesmo alguém com seu talento retórico poderia nos ajudar.

A pandemia de COVID-19, que tem mobilizado e desafiado o planeta, aguçou ainda mais o meu faro pesquisador e a minha vontade de me manter atualizada e em constante aprendizado.

Como eu já disse, estamos assistindo a Ciência ser feita a olhos nus.

Tenho certeza de que nenhum acerto ou erro deste caminho será em vão para aqueles que produzem conhecimento sério e que realmente colocam a saúde da população em primeiro lugar.

 

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Eu confesso que, no início, eu não usava as máscaras e nem achava que seria necessário.

No decorrer dos acontecimentos, eu mudei de ideia. E vou te contar como e por quê. Sinto que é minha obrigação te trazer o meu posicionamento oficial sobre o assunto.

Bom, eu fui estudar mais à fundo.

Li dezenas de estudos de diferentes lugares do mundo.

Eu não posso deixar meus pacientes e leitores sem respostas e cheios de incertezas.

Estou escrevendo o meu segundo livro e tenho o dever e a responsabilidade de colocar nele um panorama detalhado desse marco histórico.

Com base na ciência, eu entendi que a máscara tem sim a sua função.

Como cirurgiã, usei bastante tempo e tem que usar mesmo. Gosto de usar no dia-a-dia? Não!

Aliás, tem alguém que goste ainda mais pensando que o motivo é sério e preocupante?

Ninguém está usando máscara porque é fã de Grey’s Anatomy ou do Dr. House, não é mesmo?

Fazer exercícios usando máscaras tampouco me agrada. Fico com dor de cabeça. Você também tem sentido essa dificuldade? Aconselho a ir com calma.

Saiba que isso acontece porque há um aumento do CO2 sanguíneo — fato que o corpo humano tem competência para lidar, salvo exceções.

Por que usar máscaras?

Vamos às razões, querido leitor.

Temos muitos assintomáticos — que são aqueles indivíduos que, apesar de contaminados, não apresentam sintomas da doença — que podem estar transmitindo a doença sem saber.

A máscara filtra tudo? Não, claro que não.

Entretanto, ela diminui a carga viral no ar, ou seja, a concentração da quantidade de vírus em torno daquele que está com o vírus e (ainda) não sabe.

O uso de máscaras diminui a carga viral no ar e é também uma forma de “imunizar” a população

Um artigo em 8 de setembro de 2020 no The New English Journal of Medicine afirma que a taxa de assintomáticos costuma ser de 40%. Com o uso da máscara, este número sobe para 80%.

Isso acontece porque a gravidade da doença está diretamente relacionada à carga viral a que a pessoa está exposta. Usando a máscara, mesmo que você se infecte, a carga viral é potencialmente menor.

Desse modo, aumenta a chance de você ter e até mesmo não saber que isso aconteceu porque a COVID-19 expressou-se com menor gravidade.

O artigo científico coloca uma informação interessante.

O uso da máscara seria uma forma de “imunizar” a população, expondo-a a pequenas quantidades de vírus de forma recorrente.

Sair de máscara, portanto, te permite que você tenha esse contato, homeopaticamente, formando imunidade contra o vírus.

Muito melhor do que o “fique em casa”, que impede a variolização ao impedir que você tenha contato total com o vírus.

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Qual máscara usar?

De acordo com a ANVISA, existem quatro direcionamentos básicos que precisamos seguir:

  1. A máscara é de uso individual e NÃO deve ser compartilhada;
  2. Devemos destinar o material profissional (como as máscaras cirúrgicas e do tipo N95 ou equivalente) para os pacientes com a COVID-19, profissionais de saúde e outros profissionais de linha de frente em contato próximo e prolongado com possíveis fontes de contágio;
  3. As medidas de higiene e a limpeza das máscaras não-profissionais em tecido e a eliminação periódica das descartáveis são ações importantes de combate à transmissão da infecção;
  4. Fazer a adequada higienização das mãos com água e sabonete ou com preparação alcoólica a 70%.

O órgão também sugere que cada indivíduo tenha, pelo menos, cinco máscaras para uso individual e que elas sejam trocadas a cada 3 horas. Portanto, ao sair de casa, leve sempre mais com você.

As máscaras caseiras devem ser feitas de tecido de algodão ou sintéticos, desde que sejam apropriados e que não causem alergia.

Por quanto tempo usaremos a máscara?

Infelizmente, não tenho essa resposta… ainda! Mas tenho essa receita para tempos de pandemia:

  • Use máscara
  • Faça a suplementação de Vitamina D3: importantíssima para a proteção do sistema imunológico. Cientistas italianos estão estudando os impactos da deficiência de Vitamina D3 na saúde dos pacientes com coronavírus com resultados cada vez mais contundentes de que ela é determinante para frear as sequelas mais graves de COVID-19. Minha recomendação é que você consuma de 1.000 a 5.000UI por dia, após o café da manhã.
  • Mantenha-se hidratado
  • Não frequente aglomerações
  • Cuide da sua saúde

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O Dr. Victor Sorrentino revelou TODOS neste vídeo (assista aqui).

Denise de Carvalho

Especialista: Denise de Carvalho

Médica e Especialista em Gastroenterologia

CRM: 14.558/SP

8 outubro 2020

Médica e Especialista em Gastroenterologia formada na PUC de Campinas em 1998, com especialização em Gastroenterologia pelo hospital Clínic de Barcelona, Cirurgia e Endoscopia Digestiva pela USP. Atua com Medicina Baseada na Individualidade, com olhar sobre o paciente (mente e corpo) e não somente na doença. Também é idealizadora do COINEMA - 1º Congresso Internacional de Emagrecimento On-line.

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