Alimentos com glúten são prejudiciais, veja as novas descobertas

Maior Menor

Os alimentos com glúten são amigos da nossa saúde, saiba mais.

Já houve um tempo – e talvez você se lembre – em que o cigarro não era um produto condenado pela medicina.

Sim, o bastão de nicotina que tanto nos adoece, certa feita, já fora recomendado – inclusive por médicos – como uma forma legítima de acalmar os nervos entre outros benefícios.

Absurdo?

Também acho.

Eu nunca convivi com o cigarro no receituário médico, mas fui testemunha de como foi difícil proibir o tabagismo em ambientes fechados. Afinal, durante anos, o tal fumo passivo foi encarado apenas como um “mimimi”.

Fiz essa introdução só para te lembrar que a medicina e a ciência, ainda bem, são áreas em constante evolução. E, toda vez que um paradigma é quebrado, a medicina e os pacientes são beneficiados.

Por isso, te pergunto: qual será o “novo cigarro” no futuro da saúde? Minha aposta é que seja ele, o glúten.

E hoje reservei o dia para te trazer as explicações e as novas descobertas sobre o seu potencial tóxico.

Vamos lá.

Somos todos celíacos

Em tempos de discussão sobre a presença do glúten na dieta, existe uma parcela da população que não pode consumir esta proteína de forma alguma.

São os celíacos.

Com a ajuda da nossa consultora e nutricionista Drª Denise Carreiro, eu vou te ajudar a entender como funciona essa doença, por que a indústria se aproveitou do glúten e o que você deve fazer para se manter seguramente distante dos efeitos nocivos da substância.

Vem comigo!

Veja também: 

O segredo contra o Alzheimer vem da Índia 

Sua saúde passa fome 

Ela está traindo você 

Caracterizada por ser uma patologia do trato intestinal, a doença celíaca é uma inflamação autoimune causada pela ingestão do glúten. Ela atinge pessoas geneticamente suscetíveis em qualquer fase da vida.

Os celíacos são entre 1 e 2% da população da mundial. Vinte por cento deles têm mais de 50 anos.

Até pouco tempo, a doença era considerada rara, porém, os crescentes diagnósticos não se devem ao aprimoramento da tecnologia.

Como a nutricionista e nossa consultora Drª Denise Carreiro afirma, o trigo consumido desde a década de 1970 é mais tóxico por conta de interesses meramente econômicos.

Isso implica em mais pessoas descobrindo-se celíacas por conta de uma alimentação insegura e intoxicada de glúten.

Por falar em mudança alimentar, veja aqui sete dicas de saúde para tomar novas direções na sua vida.

Sintomas da doença celíaca

De acordo com o estudioso Richard Logan, observe:

  • Sintomas clássicos:

– Predomínio de sintomas gastrointestinais,

– Diarreia crônica, distensão abdominal, atraso no crescimento (no caso de bebês e crianças);

– Desenvolvimento da síndrome de má absorção dos nutrientes.

  • Sintomas não clássicos (maior prevalência nos dias de hoje):

– Poucos sintomas gastrointestinais;

– Dor abdominal, vômitos e distensão abdominal;

– Anemia ferroprivia;

– Baixa estatura;

– Osteoporose;

– Infertilidade;

– Problemas dermatológicos;

– Distúrbios neurocomportamentais;

– Fadigas inexplicáveis;

– Doenças autoimunes.

Está gostando desse artigo?
Insira seu e-mail e comece já a receber nossos conteúdos gratuitos sobre saúde natural
Receba Já

*Não vamos distribuir seu e-mail

O Interesse Econômico nos alimentos com glúten

Em 1970, Norman Borlaug, um engenheiro agrônomo dos Estados Unidos, levou para casa o Prêmio Nobel da Paz. O grande feito de Borlaug foi “aprimorar” as sementes de trigo. Ou seja, por meio da manipulação humana e em nome do desenvolvimento e avanço científico, o cereal foi modificado para que a quantidade produzida fosse maior. E foi muito maior.

À época – baseados em teorias que relacionavam o crescimento da população com a escassez de alimentos e sensibilizados por pragas que fizeram os Estados Unidos e o México perderem quase que 75% de suas produções de trigo –, não foi mensurado o quanto esta manipulação de sementes seria tóxica para o organismo humano. Este “novo trigo” tem 20 vezes mais glúten que seus “antepassados”.

Além disso, também a partir deste momento histórico, a indústria investiu pesadamente no desenvolvimento de agrotóxicos e de aditivos químicos. O que isso significa para você, o consumidor?

A partir do momento que a indústria alimentícia percebeu que a produção tinha aumentado – o que significa mais vendas e mais lucros –, ela incentivou e patrocinou ainda mais fortemente iniciativas como a de Borlaug, não importando o fato da toxicidade ser maior.

Com os agrotóxicos e aditivos químicos, é a mesma lógica. É a lógica do maior faturamento. Muitos estudos já apontam nestas substâncias uma estreita relação com o desenvolvimento de cânceres e outras doenças. Outros artigos científicos endossam a tese de que os pesticidas adoecem não só o consumidor, mas também o agricultor, causando desde danos físicos a psíquicos. O interesse que mora aqui é puramente econômico.

Eles ganham mais. E você adoece.

alimentos com glúten fazem mal?

A relação com doenças autoimunes

O glúten pode promover inflamações dos tecidos do intestino, que é repleto de vilosidades – que facilitam a digestão e absorção dos nutrientes, como vimos na edição passada – e de neurônios e terminações nervosas.

Essa inflamação faz com que o sistema imunológico produza anticorpos para a combaterem. Alguns organismos podem se desequilibrar neste processo, e esses anticorpos começam a atacar o próprio corpo, causando doenças autoimunes.

Portanto, ao descobrir uma doença autoimune, vale a pena também tentar identificar a doença celíaca ou intolerância/sensibilidade ao glúten.

O Ministério da Saúde, inclusive, recomenda que indivíduos que apresentam quadros clínicos com doenças autoimunes, como diabetes melito dependente de insulina, tireoidite autoimune, deficiência seletiva de IgA, Síndrome de Sjögren, colestase autoimunee miocardite autoimune, sejam avaliados para que a possibilidade da doença celíaca seja avaliada.

O que fazer, então?

Boa parte dos produtos processados e dos ultraprocessados contêm glúten e que essa proteína contida no trigo, na cevada e no centeio pode ser prejudicial para a sua saúde, seja por manifestações de intolerância e sensibilidade ou pelo consumo excessivo da substância.

Então, o que você deve fazer? Olha só.

– Tenho alguma ite (bronquite, rinite, dermatite, otite e etc.):

Nestes casos, é possível que sua reação alérgica tenha como gatilho o consumo do glúten. Tome como base da sua alimentação o prato saudável – distribuindo os vegetais, as proteínas saudáveis e os grãos integrais, não esquecendo de uma fruta a cada 2h30 e de beber água -, mas evite os alimentos que contêm glúten durante um período determinado de tempo (um mês, por exemplo). Durante este período, observe com atenção os sintomas da sua ite. Se notar melhora, você pode voltar a consumir o glúten de forma moderada.

– Transtornos de humor:

Da mesma forma que as pessoas que possuem alguma ite, tome como base da sua alimentação o prato saudável, indicado no primeiro tópico.

Evite os alimentos que contém glúten durante um período determinado de tempo (um mês, por exemplo). Durante este período, observe com atenção se o seu humor melhorou. Tente prestar atenção no que come, para saber qual alimento pode servir de gatilho para as crises.

Lembre-se que um dos fatores que causa irritabilidade é um intestino que não funciona como se deve. Se você tem consumido glúten em excesso, pode ser que seu processo de digestão e de evacuação não esteja funcionando 100%.

O termo “enfezado”, por exemplo, advém dessa relação entre humor e intestino. E o glúten é uma das substâncias que mais causam inflamações neste extenso órgão.

Aposte em alimentos ricos em fibras, que potencializam a ação do instestino.

Conheça o Remédio Natural e tenha acesso a todas as edições já lançadas e também às informações mais atualizadas sobre a verdade dos alimentos. Assim, você nunca mais será enganado pela indústria alimentícia.

EU QUERO O REMÉDIO NATURAL

Acredite, seu alimento pode ser o seu melhor remédio.

Receba os nossos conteúdos gratuitos
Insira seu e-mail e comece já a receber nossos conteúdos gratuitos sobre saúde natural
Receba Já

*Não vamos distribuir seu e-mail

Insira seu e-mail e receba nossos conteúdos gratuitos sobre saúde natural: