Sua Saúde

Aprenda a dominar o cérebro e resgate a autoestima perdida

Vá até o espelho. Respire fundo e responda:

– Quantas dietas da moda você já consumiu com promessas mirabolantes e sem resultados efetivos?

– Quantos alimentos você já deixou de comer por terem má fama no processo de emagrecimento e o resultado não foi apresentado nos ponteiros da balança?

– Por outro lado, quantos produtos industrializados que parecem alinhados à vida saudável você consome sem nem questionar o que são os nomes impronunciáveis que aparecem no rótulo?

Sim.

Você, suas medidas e o processo de obesidade que assola o Brasil e mundo estão inseridos em uma espécie de conspiração que, simultaneamente, alavancou a indústria da dieta e derrubou a autoestima da população.

A área do emagrecimento foi alvo de intenso investimento da indústria alimentícia e também da farmacêutica.

A sequela foi a pior possível.

O estilo de vida saudável foi assaltado pelo padrão irreal de estética.

Com isso, foram arrancadas das mãos das pessoas a conscientização corporal, a responsabilidade belo bem-estar e afastadas as técnicas simples e efetivas que poderiam acabar com a obesidade e o adoecimento crônico.

Muito provavelmente isso não é nenhuma novidade para você, que chegou até aqui colhendo anos de sofrimento sem solução.

Porém, é neste aparente ciclo que surgem as saídas trazidas pela neurociência. Foi nesta área de reprogramação cerebral que o cardiologista e nutrólogo, Dr. Lair Ribeiro, encontrou os caminhos para uma terapia comportamental e nutricional que objetiva:

1) Melhorar a autoimagem

2) Promover a mudança dos hábitos alimentares

3) Garantir o emagrecimento saudável

Se você deseja ter as ferramentas para alcançar estes três objetivos, sugiro que permaneça nos próximos dias conosco.

Porque você terá a chance de conhecer um pouco mais sobre o método de emagrecimento inovador do Dr. Lair, considerado o maior especialista em saúde natural do Brasil, e moldado durante os últimos 20 anos que ele estudou a temática.

Panorama

Primeiro, você precisa saber que há fundamento científico na lamentação “está cada vez mais difícil emagrecer”.

É o que revela a análise de 36 mil dados, feita pelo Instituto Canadense de Pesquisa em Saúde. Para chegar aos resultados, os pesquisadores avaliaram o perfil nutricional de duas gerações.

As estatísticas mostram que a mesma ingestão calórica deixou o peso dos jovens de 2008 – a chamada geração Y – 10% maior quando comparado com o dos jovens do ano 1971.

O mesmo fenômeno foi registrado na análise da variável “atividade física”. Os mais novos de atualmente, vejam só, tiveram o peso acrescido em 5%, mesmo praticando exercícios físicos com a frequência idêntica do que os da década de 70.

Em um primeiro momento, isso pode indicar que as calorias contemporâneas “pesam” mais do que as calorias que frequentaram os bailes de três décadas atrás.

Porém é bem mais do que isso.

É um indício forte de que as dietas só atrofiam o cérebro, como vai explicar o Dr. Lair, e a comprovação de que são ineficientes e deletérios os recursos que alçaram falsas verdades como “o adoçante contra o açúcar”, “a barra de cereal saudável e gostosa contra o bacon” e o “shake de proteína que vale uma refeição”.

Clube dos 5%

O agravante é que se emagrecer parece uma tarefa extremamente difícil, manter-se magro demonstra ocupar um objetivo ainda mais complexo.

Um levantamento publicado no Brasil Post, feito pela empresa Orlando Health com mil norte-americanos obesos, tentou mensurar qual era o principal desafio para ficar em dia com o peso saudável e que não ameaça a saúde.

– 31% dos entrevistados disseram que acreditam que o exercício é o maior obstáculo para conseguir perder peso.
– 26% afirmaram ser a alimentação o principal desafio.
– 17% destacaram as despesas financeiras serem a maior dificuldade para eliminar quilos.

Aí vai então o dado mais revelador e que não recebe tanto destaque: apenas 1 em cada 10 entrevistados mencionou o bem-estar psicológico como barreira para emagrecer.

Isso significa que 90% das pessoas que sofrem com a obesidade cometem um erro que coloca em xeque o emagrecimento.

Elas não trabalham o cérebro, nem os aspectos psicológicos que permeiam o ganho de peso.

O resultado vem em outra estatística.

95% daqueles que perdem peso, voltam a engordar.

E a pergunta que fica é:

O que você está fazendo com a sua mente para fazer parte dos 5%?

Seus próximos passos

Justamente para ter acesso a um método que não divide corpo e mente neste processo de reconstrução de imagem corporal e para te comprovar que quem falhou em suas últimas tentativas foram as dietas e não você que nós vamos te visitar nos próximos dois dias por e-mail.

Somos a Jolivi, uma equipe de produçãoo editorial sem vínculos com nenhuma indústria farmacêutica ou alimentícia, independência que garante que você tenha acesso aos conteúdos e recomendações verdadeiramente saudáveis e efetivos.

O Dr. Lair Ribeiro é um dos médicos consultores da nossa casa e escolheu o emagrecimento e a transformação corporal como uma de suas missões com os nossos leitores.

Ele quer fazer um pacto de resultados com você e, por isso, sugerimos que você volte amanhã aqui no seu e-mail.

Vamos te mostrar como o exercício de 10 minutos para estimular uma pequena parte do seu cérebro é capaz de te inundar de um hormônio poderoso que decreta o fim da compulsão alimentar.

E antes de partir, deixamos duas recomendações para você começar exatamente hoje e já caminhar rumo ao emagrecimento:

1) Priorize o combate ao cansaço
Não é possível vencer a epidemia da obesidade sem combater o cansaço. Não te falta tempo para fazer exercício. O que te falta é energia. Quando estamos em um contexto favorável à exaustão, as duas glândulas adrenais ou suprarrenais – que estão instaladas logo acima dos rins – são afetadas diretamente.

Os sintomas se dão em um processo em cadeia. Ao mesmo tempo em que o sedentarismo pode ser um gatilho do cansaço crônico, o cansaço crônico, por sua vez, também mina a disposição para a atividade física. Além disso, quando estamos cansados, nosso paladar tende a buscar alimentos calóricos em uma tentativa de recuperar a energia. Mas isto não ajudará em nada.

Ficamos com ainda mais vontade de doces, guloseimas, refrigerantes açucarados e carboidratos refinados, fomentando o processo de ganho de peso. A orientação é investir em comida que combate o cansaço (comida in natura) e restringir o açúcar e os enlatados.

Uma forma simples de fazer isso é trocar o café com leite acompanhado de pão com manteiga no café da manhã por:

– abacate com cacau

– dois ou três ovos cozidos

– uma mão de castanhas e amêndoas

– omelete recheado com frango

E para beber? Uma folha de couve, limao e meia maçã

2) Barras de cereais, bolachas e biscoitos fit – apenas não
Esqueça a publicidade. São alimentos que passam a falsa percepção de saudáveis, estimulando o consumo por vezes excessivo. Muitas vezes são produzidos com gorduras trans, ingrediente nocivo e pró inflamatório, que agrava o estado de inflamação já causado pela obesidade no organismo. Além disso, boa parte destes produtos industrializados disponíveis no mercado é rico em frutose industrializada (HFGS).

Ela é um tipo de açúcar mascarado – que favorece o acúmulo de gordura no fígado e estimula a produção de insulina – o que é um risco extra para quem já está próximo de problemas como diabetes. Prefira as frutas in natura, especialmente o abacaxi. Cenouras, pepinos e tomates cereja, fáceis de carregar em pequenos recipientes, também são boas opções.

Por hoje é só.

Não esqueça de voltar no seu e-mail amanhã. Nossa equipe vai te enviar um conteúdo exclusivo sobre a farsa das contagens de calorias e um hormônio que acaba com a compulsão alimentar.