Sua Saúde

As novas descobertas apontam que os alimentos com glúten são totalmente ofensivos

Já houve um tempo em que o cigarro não era um produto condenado pela medicina.

O bastão de nicotina que tanto nos adoece já fora recomendado – inclusive por médicos – como uma forma legítima de acalmar os nervos entre outros benefícios.

Absurdo? Sim.

Eu, Nivia, nunca convivi com o cigarro no receituário médico, mas fui testemunha de como foi difícil proibir o tabagismo em ambientes fechados. Afinal, durante anos, o tal fumo passivo foi encarado apenas como um “mimimi”.

Fiz essa introdução só para te lembrar que a medicina e a ciência, ainda bem, são áreas em constante evolução. E, toda vez que um paradigma é quebrado, a medicina e os pacientes são beneficiados.

Por isso, te pergunto: qual será o “novo cigarro” no futuro da saúde?

Minha aposta é que seja ele, o glúten.

E neste relatório reservei para te trazer as explicações e as novas descobertas sobre o seu potencial tóxico.

Vamos lá.

Somos todos celíacos

Em tempos de discussão sobre a presença do glúten na dieta, existe uma parcela da população que não pode consumir esta proteína de forma alguma: são os celíacos.

Caracterizada por ser uma patologia do trato intestinal, a doença celíaca é uma inflamação autoimune causada pela ingestão do glúten. Ela atinge pessoas geneticamente suscetíveis em qualquer fase da vida.

Os celíacos são entre 1 e 2% da população da mundial. Vinte por cento deles têm mais de 50 anos.

Até pouco tempo, a doença era considerada rara, porém, os crescentes diagnósticos não se devem ao aprimoramento da tecnologia.

Como a nossa consultora e nutricionista Drª Denise Carreiro afirma, o trigo consumido desde a década de 1970 é mais tóxico por conta de interesses meramente econômicos.

Isso implica em mais pessoas descobrindo-se celíacas por conta de uma alimentação insegura e intoxicada de glúten.

  • Sintomas clássicos:

– Predomínio de sintomas gastrointestinais,

– Diarreia crônica, distensão abdominal, atraso no crescimento (no caso de bebês e crianças);

– Desenvolvimento da síndrome de má absorção dos nutrientes.

  • Sintomas não clássicos (maior prevalência nos dias de hoje):

– Poucos sintomas gastrointestinais;

– Dor abdominal, vômitos e distensão abdominal;

– Anemia ferroprivia;

– Baixa estatura;

– Osteoporose;

– Infertilidade;

– Problemas dermatológicos;

– Distúrbios neurocomportamentais;

– Fadigas inexplicáveis;

– Doenças autoimunes.

O Interesse Econômico

Em 1970, Norman Borlaug, um engenheiro agrônomo dos Estados Unidos, levou para casa o Prêmio Nobel da Paz.

O grande feito de Borlaug foi “aprimorar” as sementes de trigo. Ou seja, por meio da manipulação humana e em nome do desenvolvimento e avanço científico, o cereal foi modificado para que a quantidade produzida fosse maior. E foi muito maior.

À época – baseados em teorias que relacionavam o crescimento da população com a escassez de alimentos e sensibilizados por pragas que fizeram os Estados Unidos e o México perderem quase que 75% de suas produções de trigo –, não foi mensurado o quanto esta manipulação de sementes seria tóxica para o organismo humano.

Este “novo trigo” tem 20 vezes mais glúten que seus “antepassados”.

Além disso, também a partir deste momento histórico, a indústria investiu pesadamente no desenvolvimento de agrotóxicos e de aditivos químicos

O que isso significa para você, o consumidor?

A partir do momento que a indústria alimentícia percebeu que a produção tinha aumentado – o que significa mais vendas e mais lucros –, ela incentivou e patrocinou ainda mais fortemente iniciativas como a de Borlaug, não importando o fato da toxicidade ser maior.

Com os agrotóxicos e aditivos químicos, é a mesma lógica. É a lógica do maior faturamento. Muitos estudos já apontam nestas substâncias uma estreita relação com o desenvolvimento de cânceres e outras doenças.

Outros artigos científicos endossam a tese de que os pesticidas adoecem não só o consumidor, mas também o agricultor, causando desde danos físicos a psíquicos.

O interesse que mora aqui é puramente econômico.

Eles ganham mais. E você adoece.

Alimentos processados e ultraprocessados

Nos alimentos produzidos pela indústria alimentícia mora o perigo do consumo diário e desmedido do glúten.

Alguns itens possuem glúten por conta de seus ingredientes. Outros, entretanto, recebem esta proteína em nome da conservação e maior durabilidade nas prateleiras dos supermercados.

Fazem parte desses alimentos: biscoitos, bolos recheados, lasanha congelada, chocolates, pães, suco de caixinha, refrigerante, cereal, salgadinho, sorvete, batata smile, macarrão e entre muitos outros.

Desde 2003, a indústria alimentícia é obrigada por lei (Lei Federal nº 10.674, de 16 de maio de 2003) a informar a presença ou não do glúten nos produtos alimentícios que comercializam.

Segundo o texto da lei, a “advertência deve ser impressa nos rótulos e embalagens dos produtos respectivos assim como em cartazes e materiais de divulgação em caracteres com destaque, nítidos e de fácil leitura”.

É válido lembrar que alguns medicamentos também podem conter glúten. Pergunte, então, ao médico e ao farmacêutico sobre a presença da substância, mesmo quando o remédio é manipulado. Atente-se também às bulas.

A relação com doenças autoimunes

O glúten pode promover inflamações dos tecidos do intestino, que é repleto de vilosidades – que facilitam a digestão e absorção dos nutrientes – e de neurônios e terminações nervosas.

Essa inflamação faz com que o sistema imunológico produza anticorpos para a combaterem. Alguns organismos podem se desequilibrar neste processo, e esses anticorpos começam a atacar o próprio corpo, causando doenças autoimunes.

Portanto, ao descobrir uma doença autoimune, vale a pena também tentar identificar a doença celíaca ou intolerância/sensibilidade ao glúten.

O Ministério da Saúde, inclusive, recomenda que indivíduos que apresentam quadros clínicos com doenças autoimunes, como diabetes melito dependente de insulina, tireoidite autoimune, deficiência seletiva de IgA, Síndrome de Sjögren, colestase autoimunee miocardite autoimune, sejam avaliados para que a possibilidade da doença celíaca seja avaliada.

O que fazer, então?

Boa parte dos produtos processados e dos ultraprocessados contêm glúten e que essa proteína contida no trigo, na cevada e no centeio pode ser prejudicial para a sua saúde, seja por manifestações de intolerância e sensibilidade ou pelo consumo excessivo da substância.

Então, o que você deve fazer?

– Tenho alguma ite (bronquite, rinite, dermatite, otite e etc.):

Nestes casos, é possível que sua reação alérgica tenha como gatilho o consumo do glúten.

Tome como base da sua alimentação o prato saudável – distribuindo os vegetais, as proteínas saudáveis e os grãos integrais, não esquecendo de uma fruta a cada 2h30 e de beber água -, mas evite os alimentos que contêm glúten durante um período determinado de tempo (um mês, por exemplo). Durante este período, observe com atenção os sintomas da sua ite.

Se notar melhora, você pode voltar a consumir o glúten de forma moderada.

– Tenho doença autoimune:

Geralmente, como a Drª Denise afirma, se você apresenta alguma doença autoimune é bem possível que tenha intolerância ou sensibilidade ao glúten. Vale a pena investigar a possibilidade.

Portanto, coma bastante legumes, frutas e vegetais. Evite o glúten e observe se as manifestações sofrem algum tipo de alteração.

Cuidado com o consumo esporádico da proteína, pois ele pode causar reações no seu organismo (como diarreia, distensões abdominais, dor de cabeça, por exemplo), caso você tenha mesmo intolerância ou sensibilidade.

– Transtornos de humor:

Da mesma forma que as pessoas que possuem alguma ite, tome como base da sua alimentação o prato saudável, indicado no primeiro tópico.

Evite os alimentos que contém glúten durante um período determinado de tempo (um mês, por exemplo). Durante este período, observe com atenção se o seu humor melhorou. Tente prestar atenção no que come, para saber qual alimento pode servir de gatilho para as crises.

Lembre-se que um dos fatores que causa irritabilidade é um intestino que não funciona como se deve. Se você tem consumido glúten em excesso, pode ser que seu processo de digestão e de evacuação não esteja funcionando 100%.

O termo “enfezado”, por exemplo, advém dessa relação entre humor e intestino. E o glúten é uma das substâncias que mais causam inflamações neste extenso órgão.

Aposte em alimentos ricos em fibras, que potencializam a ação do instestino.

– Ainda não tive nenhum tipo de manifestação:

Se você ainda não notou nenhum tipo de manifestação no seu organismo que tenha sido citada, siga as recomendações o prato saudável.

Consuma com moderação os produtos processados e evite os ultraprocessados. Desta forma, você vai estar se alimentando de forma segura e criando um organismo forte o suficiente para quando você cometer excessos, por exemplo.

Ninguém é de ferro e a favor dos radicalismos.

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