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Como derrubar o refluxo e a gastrite sem omeprazol?

Maior Menor

Omeprazol, pantoprazol, esomeprazol…

A família dos prazóis é extensa e, certamente, você já tentou resolver seus problemas digestivos crônicos com algum deles.

Conhecidos por suas ações imediatas e rápidas contra os sintomas e desconfortos causados por gastrites, esofagites, refluxos e úlceras gástricas, os prazóis são vistos como resoluções perfeitas e inquestionáveis.

Porém, está na hora de revelar a verdade sobre essas medicações.

A ciência não tem mais dúvidas: os riscos do consumo desenfreado e a relação de dependência dos prazóis estão deixando seus usuários mais doentes e propensos ao câncer.

Um estudo publicado no período científico Gut — que, em tradução literal, significa intestino — mostrou que o uso desses medicamentos aumenta em até 2,4 vezes o risco de câncer de estômago.

O mesmo artigo confirma que esses remédios são fortes agentes para o desenvolvimento da popular bactéria Helicobacter pylori, conhecida também como H. Pylori.

O que é H. Pylori?

Esse micro-organismo é natural do piloro, região que faz a ligação entre o estômago e o duodeno. Sua função é regular a passagem do quimo (nome dado ao resultado da sua digestão parcial), que se encaminha para o duodeno.

O problema começa quando as bactérias se deslocam do piloro para o estômago, por causa de algumas condições como:

  • Perda de bactérias saudáveis e;
  • Produção insuficiente de ácido clorídrico (que mantém o ambiente estomacal ácido), o que acarreta em alcalinização do estômago.

Ao se fixar nas mucosas estomacais, a H. Pylori começa a produzir urease, uma enzima catalisadora, que colabora para manter o estômago alcalino. Ou seja, o contrário do que deveriaser.

É detectando essa substância em um exame de endoscopia, por exemplo, que permite ao profissional de saúde confirmar o diagnóstico positivo para a bactéria.

Dependendo do caso, a presença da H. pylori em local inapropriado pode apresentar os já conhecidos sintomas, como dores, desconfortos, gastrites, úlceras, alterações digestivas.

A presença de uma bactéria em um lugar ao qual ela não pertence pode levar a um processo inflamatório, que é a base para o desenvolvimento de patologias autoimunes e cânceres.

O curioso é que ninguém da família prazol elimina a H. pylori. Nenhum deles.

O que estes medicamentos fazem é tapar o sol com a peneira, no máximo. Além disso, ainda temos mais um fator agravante: estas medicações também exterminam o ácido clorídrico do seu organismo.

O que é suco gástrico e qual a sua função?

O estômago inicia a produção de ácido clorídrico — o principal responsável pelo processo de digestão — logo no início da mastigação. Este ácido é importante não só para digerir o alimento, mas, também, para ajudar na seleção de quais nutrientes vão ser absorvidos pelo seu organismo e quais precisam ser eliminados.

Ter um pH ácido é importante para o estômago e é só assim que se consegue ter saúde. Sem ácido clorídrico, o corpo não quebra a proteína em aminoácidos, afetando os sistemas endócrino, hormonal, imunológico. E em consequência, o alimento estaciona em seu estômago, sem saber para onde ir.

Nesse meio tempo, então, o alimento fermenta, iniciando a produção de gases, o que causa inchaços e queimações.

É aí que começam os desconfortos. E o que você faz? Toma um remedinho, abre as portas da sua casa para a família dos prazóis.

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Os alimentos que apagam o refluxo

Como vimos, os prazóis, além de propagar uma bactéria chamada H. Pylori, podem comprometer o ácido clorídrico, uma substância muito importante para o nossos sistema digestivo.

Porém, o que não te dizem por aí é que existem ingredientes naturais muito melhores que remédios sintéticos, que agem na causa do refluxo e da queimação.

Incluir no seu dia a dia esse alimento pode, principalmente, devolver a produção do ácido clorídrico, resgatar o pH ideal do estômago, cicatrizar as mucosas e, por fim, exterminar as bactérias nocivas.

Limão: restaure o funcionamento do estômago

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Limão restaura a produção de ácido clorídrico

  • Nome científico: Citrus limonum
  • Quando consumir: Durante as refeições
  • Como consumir: Meio limão (5ml) para cada copo de água (200ml) e só. Não adoce em hipótese alguma.
  • Outros benefícios: aumenta sua ingestão diária de Vitamina C, folato e potássio. Ajuda na prevenção de no tratamento de pedras renais.

Como explicamos anteriormente, o real motivo para que você tenha desconfortos gástricos, incluindo o refluxo, é a queda na produção de ácido clorídrico.

Mas, se o limão é um fruto ácido, como é que ele ajuda a restaurar o funcionamento do estômago?

O pH do limão é realmente ácido, ficando entre 2 ou 3. Ao misturá-lo à água, que vai estar em maior quantidade, o que cai em seu estômago acaba tendo um pH por volta de 7, como este líquido.

Quando ingerido, este fruto, tão versátil e popular, estimula a produção de carbonatos e bicarbonatos orgânicos no nosso organismo. Tais substâncias, aliadas aos outros componentes do limão — felandrina, hidrocarbonetos terpênicos, limonina, óleo essencial, ácidos orgânicos — controlam a acidez estomacal, estimulam a produção do ácido clorídrico e eliminam resíduos, regenerando os tecidos inflamados.

Vale lembrar: nada em excesso é saudável. Portanto, recomenda-se consumir apenas duas unidades de limão por dia, em média. Além disso, cuidado quando for espremer um limão, pois a pele em contato com ele e, posteriormente, exposta ao sol pode gerar manchas na pele e queimaduras.

O óleo que blinda o seu sistema digestivo

oleo de coco

O óleo de coco age como se fosse uma película que protege o esôfago e o estômago

  • Quando consumir: 3 colheres de sopa no preparo das refeições
    Como consumir: Utilize o óleo de coco como gordura boa para preparos

Os triglicérides de cadeia média que compõem o óleo de coco cria uma barreira de proteção do sistema digestivo, é como se fosse um película que protege o esôfago e o estômago.

Os ácidos láurico e caprílico têm ações antifúngicas e bacteriostática, que detêm a proliferação de fungos e bactérias, ajudando a minimizar a fermentação dos alimentos em seu sistema digestivo.

Sempre prefira o uso do óleo de coco extravirgem, que é de melhor qualidade.