Buscar

Pressão Alta

A pressão alta é uma condição responsável por quatro a cada dez infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais e 25% dos registros de insuficiências renais graves, conforme o último registro da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Ele também é responsável por ser o gatilho silencioso e perigoso das doenças cardiovasculares que mais matam no Brasil.

Estima-se que aos 66 anos, 66% das pessoas estão com os níveis pressóricos alterados, índice que sobe para 77% na faixa-etária dos 77 anos). Mas apesar de sua incidência avassaladora, a maioria dos casos de hipertensão não se trata de uma doença em si, mas uma manifestação de que alguma coisa está errada no seu organismo.

O que faz a pressão subir?

A pressão alta pode ser causada por diferentes fatores. Confira mais detalhes sobre estas condições que comumente elevam a pressão:

a) Deficiência de magnésio

Uma causa específica da pressão alta pode ser, por exemplo, a deficiência de magnésio. Depois de fazer a suplementação, é confirmado que a doença, na verdade, era só um “sintoma”, ou seja, uma forma do seu corpo demonstrar que algo estava errado.

b) Hipotireoidismo

O Hipotireoidismo é um outro exemplo do que faz a pressão subir. A pessoa com essa condição começa a produzir mucina nas artérias e essa substância vai entupindo os vasos e aumentando a resistência periférica. Com isso, o coração aumenta a pressão porque o caminho vai ficando mais difícil.

Nesse caso, um remédio pode diminuir a pressão desse paciente, mas sem que o problema seja resolvido.

c) Diabetes

Esse processo de adoecimento descrito no caso do hipotireoidismo também acontece com diabéticos que possuem resistência insulínica.

Médico usando um aparelho para medir a diabetes, uma doença que tem relação direta com a pressão alta

O diabetes pode ter uma relação direta com a pressão alta. Motivo: a insulina retém sódio, o sódio retém água, o volume de sangue aumenta e, consequentemente, a pressão aumenta

d) Gengivite e Periodontite

Você sabia que as doenças cardiovasculares podem começar pela boca?

De acordo com a American Medical Association, diversos estudos internacionais já foram realizados para investigar esta conexão.

O ponto defendido pelas pesquisas é que a gengivite, uma inflamação nas gengivas causada pelo acúmulo de placa bacteriana (também chamada de biofilme), e sua variação mais agravada, a periodontite, implicam em um maior risco de infarto.

O risco de ser surpreendido por um problema cardiovascular aumenta em pessoas que falham na higiene bucal porque estas bactérias podem migrar para o coração. Quando esta migração ocorre pode surgir uma endocardite infecciosa, que atinge as válvulas cardíacas.

e) Desidratação

A desidratação também pode ser uma das causas da pressão alta. Isso porque ela diminui os fluxos do oxigênio no corpo e pode, inclusive, causar danos no coração.

f) Deficiência de Vitamina D3

A deficiência de Vitamina D3 também pode ser o motivo da pressão alta. Vários estudos já relacionam a falta dela– cuja produção está associada à exposição ao sol – com a insuficiência e outros problemas cardíacos.

A palavra "vitamin D" (Vitamina D, traduzida em português) e um sol desenhado na areia

A deficiência de vitamina D3 pode ser uma das causas da pressão alta

Em 2016, a Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, realizou um experimento com 160 pacientes com insuficiência cardíaca e que já estavam sob algum tratamento com inúmeros remédios.

Durante o período de um ano, os participantes foram divididos em dois grupos: o primeiro recebeu doses diárias da vitamina, enquanto o segundo tomou um placebo.

O grupo que recebeu as doses de Vitamina D3 apresentou uma melhora considerável na fração de ejeção – quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada batimento. Enquanto o grupo de controle não registrou nenhuma mudança.

g) Excesso de medicamento

Além disso, alguns medicamentos também são responsáveis por elevar a pressão. São eles:

  • Remédios para a gripe
  • Descongestionante nasal
  • Pílula anticoncepcional
  • Anti-inflamatórios

Remédios para pressão alta

Remédios químicos comercializados para “auxiliar” os hipertensos, como Hidrocloratiazida, Captopril, Losartana, entre outros, podem trazer muito mais malefícios do que você imagina.

Mas calma!

Não queremos dizer que você deve jogá-los no lixo ou culpar o seu médico por ter prescrito algum desses medicamentos citados.

O profissional de saúde que te acompanha, neste momento, pode ter acesso a pesquisas promovidas e pagas pela indústria farmacêutica que sempre acabam interferindo nos resultados a favor dos químicos.

Porém, quando os estudos são conduzidos sem interferência e conflitos de interesse, veja só os resultados que encontramos:

  • Um estudo publicado pela revista médica JAMA (Journal of the American Medical Association) no ano de 1995 apontou que o uso de bloqueadores dos canais de cálcio (especialmente em altas doses) foi associado a um risco aumentado de infarto do miocárdio;
  • Um artigo publicado na revista científica de Harvard, The New England Journal of Medicine, reconheceu que indivíduos hipertensos tratados beta-bloqueadores apresentaram riscos 28% superiores de desenvolver diabetes tipo 2.
  • Um levantamento do Centro Médico da Universidade de Columbia, em conjunto com outras universidades, levou os médicos à conclusão, divulgada em 2016 na publicação Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, que tratamentos para pressão com medicamentos anti-hipertensivos foram associados a um risco maior de queda em idosos acima de 65 anos já nos primeiros 15 dias de uso. O levantamento foi feito com base em atendimentos no hospital e “seleção” de pessoas que tomaram estes medicamentos durante 5 anos.

[Vazou] O Ranking dos 7 Remédios Mais Letais

Tivemos acesso a um ranking que desmascara os 7 remédios mais perigosos que ameaçam a sua saúde.

A chance de você ter pelo menos 4 deles na sua gaveta HOJE é muito grande. Saiba de tudo agora.

Os efeitos colaterais dos anti-hipertensivos

Além disso, outros efeitos colaterais dos anti-hipertensivos são:

  • taquicardia;
  • espoliação do magnésio (um baita paradoxo!);
  • disfunção erétil;
  • angioedema;
  • tosse seca;
  • fadiga muscular;
  • asma;
  • queda de cabelo;
  • depressão.

Atenção: as recomendações aqui apresentadas são embasadas em pesquisas científicas de instituições renomadas. Porém, a Jolivi não apoia a automedicação e a interrupção do tratamento sem o conhecimento do seu médico. Sempre converse com o profissional de saúde e de sua confiança sobre qualquer questão relativa à sua saúde e bem-estar.

Muitas vezes, os remédios podem não ser a opção mais indicada para prevenir e tratar a sua hipertensão.

Por isso, a Jolivi reúne as formas simples, naturais e seguras para trazer sua pressão para os níveis ideais sem que você fique refém do caminho exclusivo de tratar a pressão com remédios químicos comercializados.

Acompanhe:

Outras Categorias