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Coenzima Q10 reduz os efeitos colaterais das estatinas

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Carlos Schlischka

Especialista: Carlos Schlischka

Médico Especialista em Saúde Integrativa

Em 22 outubro 2019

Dr. Carlos Schlischka é formado pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, tem mestrado pela USP-RP e quase 35 anos de prática clínica. Especialista em Medicina Regenerativa e Acupuntura, além de um grande estudioso nos campos da Nutrição e da Fitoterapia

Você não sabe, mas quando você usa a estatina, a droga mais comum para “baixar” o seu colesterol, certamente também está na mira de outras doenças.

Este não é só um remédio controverso – que dia após dia é colocado em xeque pelas pesquisas científicas.

Apesar de permanecer sendo a vedete da indústria farmacêutica, a estatina simplesmente não conseguiu barrar sozinha as mortes provocadas pelas doenças do coração.

Vamos a um exercício de reflexão: a doença cardíaca é a condição que mais tira a vida dos brasileiros, ao mesmo passo que a estatina está no ranking dos remédios mais consumidos no nosso país.

Um levantamento feito pela minha equipe mostrou que, em quatro anos, as grandes indústrias farmacêuticas faturaram R$ 2,1 bilhões com a venda de estatinas.

E, se as estatinas realmente fizesse o efeito para o que elas foram vendidas, todos aqueles que consomem esse medicamento estariam salvos. Consequentemente, os índices de mortalidade seriam totalmente diferentes dos de hoje.

Mas, você sabe, não é o que acontece. Olha só essa manchete recente:

A verdade é que o consumo desenfreado – e sem reflexão – deste medicamento precisa ser interrompido.

Os efeitos adversos do uso das estatinas

A estatina, enquanto se propõe a baixar seu colesterol, cumpre o que promete. Mas faz isso sem poupar as consequências devastadoras.

Sem colesterol nenhum, seu cérebro não funciona, seus hormônios não têm matéria-prima para serem produzidos, suas células ficam sem energia e todas as suas funções orgânicas são alteradas.

Nosso corpo, na verdade, precisa de colesterol. E, falando especificamente sobre a saúde masculina, é preciso mencionar que a produção de testosterona depende do colesterol.

As estatinas devastam a produção de testosterona

Revisão sistemática de estudos publicada pela BMC Medicine, conceituada revista britânica, reuniu 11 estudos científicos, que detectaram que a estatina reduziu 0,66 nmol/L de testosterona em homens acompanhados.

Outro estudo, publicado pela Diabetes Care, revista da Associação Americana de Diabetes, comparou 355 homens com diabetes tipo 2, parte deles tomava estatinas, e parte, não.

Os homens que tomavam estatinas tinham 11,1% menos testosterona total do que aqueles homens que não tomavam nada.

Uma das explicações para esta queda é que a estatina pode induzir ao hipogonadismo, doença que reduz a produção, pelos testículos, do seu principal hormônio, a testosterona.

Eu quis fazer um paralelo com estes estudos exatamente para chamar a sua atenção, caso você seja desses que se preocupa com a saúde apenas quando sua vida sexual é atingida.

Agora que você sabe – e espero que esteja convencido de que a estatina não é o principal caminho para proteger o seu coração, quero lhe apresentar um dos trunfos essenciais para quem quer manter o coração forte.

E é de uso imediato para você que ainda faz o uso de estatinas.

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Coenzima Q10: protetora e fortalecedora de corações doentes

A coenzima Q10 (ou ubiquinona) é uma substância que atua na manutenção do correto funcionamento do músculo cardíaco e essencial para quem já sofreu com infarto.

As estatinas acabam com a nossa reserva de Coenzima Q10

Vale dizer que um dos principais malefícios agregados pela estatina é que este medicamento derruba suas reservas de coenzima Q10, e é justamente por isso que o seu coração fica tão vulnerável.

Se o seu corpo tem deficiência de ubiquinona, os resultados são a queda da nossa energia e nutrição.

Após os 30 anos, nosso organismo, assim como acontece com os hormônios, passa a perder a “reserva” de coenzima e esse processo é acelerado com a estatina.

As estatinas aumenta a fraqueza muscular

Há estudos que apontam que as estatinas têm, como efeito colateral, os problemas relacionados com a transferência de energia dos músculos.

Quando há redução na concentração de ubiquinona no nosso organismo, percebe-se, então, o surgimento de miopatia (fraqueza muscular), o que também interfere no nosso coração, o mais importante entre os nossos músculos.

Um estudo da Universidade de Ljubljana, da Eslovenia, e divulgada na publicação científica Medical Science, acompanhou 50 pacientes que faziam uso de estatina e relatavam dores musculares.

Neste grupo, metade foi tratado com 50mg de suplementação de coenzima Q10 duas vezes ao dia E outro grupo foi tratado com placebo (medicamento sem nenhuma substância).

Os resultados do estudo dão conta que o uso da coenzima Q10 melhorou efetivamente os sintomas musculares relacionados à estatina.

A suplementação de Coenzima Q10

Meta-análise publicada no The American Journal of Clinical Nutrition verificou que a suplementação com coenzima Q10 por períodos inferiores a 12 semanas promoveu melhora na fração de ejeção (percentual de sangue que é ejetado a cada batimento) em pacientes com insuficiência cardíaca.

Um outro trabalho, coordenado pela Universidade de Copenhague, na Dinamarca, estudou 420 pacientes com insuficiência cardíaca.

A análise foi feita em nove países diferentes. Metade desses indivíduos acrescentou cápsulas de CoQ10 na rotina sem abrir mão do tratamento convencional. A outra metade ingeriu apenas placebo (junto com as medicações tradicionais).

Ao longo de dois anos, o grupo que suplementou Coenzima Q10 reduziu pela metade as complicações e até o risco de morte.

Os resultados com a suplementação da substância foram tão satisfatórios que acabaram divulgados no Congresso de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Portanto, se você optar pela suplementação, indico dosagens diárias de 200 mg/dia de Coenzima Q10. De preferência, na forma de ubiquinona.

imediato para você que ainda faz o uso de estatinas.

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A surpresa? A substância está presente em uma polêmica bebida: a cerveja.

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Referências bibliográficas:

  • BMC Medicine volume 11 , Article number: 57 (2013)
  • Diabetes Care  2009 Apr; 32(4): 541-546
  • The American Journal of Clinical Nutrition , Volume 97, Issue 2, February 2013, Pages 268–275
  • Med Sci Monit . 2014 Nov 6;20:2183-8
  • JACC Heart Fail. 2014 Dec;2(6):641-9
Carlos Schlischka

Especialista: Carlos Schlischka

Médico Especialista em Saúde Integrativa

Em 22 outubro 2019

Dr. Carlos Schlischka é formado pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, tem mestrado pela USP-RP e quase 35 anos de prática clínica. Especialista em Medicina Regenerativa e Acupuntura, além de um grande estudioso nos campos da Nutrição e da Fitoterapia