Óleo que entope suas artérias

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Caro leitor, cara leitora

Aqui quem escreve é o Dr. Lair Ribeiro.

Fico feliz em te ver por aqui. Porque a verdade é que eu ando assustado com tanta desinformação com a sua saúde.

Desinformação esta que cobra um preço caro.

Dia após dia vejo pessoas adoecendo, perdendo os seus melhores anos, ficando prisioneiras de doenças crônicas em nome de “verdades incontestáveis” que não passam de mitos médicos.

É preciso dar um basta.

E é por isso que estou aqui com você hoje.

Alguém precisa romper este pacto de silêncio feito por poderosos. Eu, apesar de saber que é uma luta do tipo “David contra Golias”, tomei isso como missão.

Vamos, juntos, trilhar um novo caminho. Sem mentiras, sem titubeios, sem falácias.

Aqui, neste espaço, a sua saúde estará sempre em primeiro lugar.

Vou trabalhar arduamente para trazer aqui para você, em primeira mão, todo o conhecimento resultante desta minha busca incansável pela cura das mais variadas doenças.

Soluções tão simples e efetivas que permanecem escondidas do grande público. São cobertas por um “manto da censura”. Algumas até erroneamente caíram no descrédito. Costumo dizer que são curas proibidas.

Não mais.

Ao menos você, meu amigo leitor, terá acesso a estas recomendações tão vitais para blindar o coração, para regenerar o cérebro e para ampliar a potência do funcionamento do corpo.

Estudo entre 8 e 10 horas por dia para cumprir este compromisso de trazer a verdade para você e sua família.

Já são 45 anos de estrada na carreira médica, 149 trabalhos científicos publicados, 38 livros produzidos. Tornei-me um cardiologista respeitado, um nutrólogo pioneiro e um dos maiores nomes em saúde natural.

E, ainda assim, todos os dias encontro uma batalha nova para travar contra a Indústria do Adoecimento.

Por isso, hoje, te faço um pedido.

Vá até a sua cozinha e verifique se você não guarda em seu armário o “óleo do infarto”.

Eu tenho certeza de que, sim, você infelizmente consome este veneno.

Ou melhor. Consumia.

Porque agora eu te darei uma alternativa muito mais segura e ainda terapêutica para você cozinhar seus alimentos.

óleo

Nem milho, nem soja ou canola

O que chamei de óleo do infarto são os óleos vegetais de milho, soja, girassol até mesmo o canola (que é vendido como o suprasumo dos óleos vegetais).

Todos esses, sem exceção, são venenos que só servem para entupir suas artérias e te aproximar das doenças cardiovasculares.

São produtos poli-insaturados, tem ômega 6 e pró-inflamatórios. Uma roubada.

Um dos mais prejudiciais é justamente um dos mais recomendados. Se os testes fossem feitos com seriedade, o canola, para mim, já estaria proibido.

A origem do Óleo Canola

O óleo canola é derivado da Colza, planta considerada venenosa até mesmo para os animais. No início, a Colza era usada apenas para produzir lubrificante e então foi modificada geneticamente pelo o governo canadense para que tivesse outras finalidades, incluindo aí o uso na culinária.

É com isso que você, diariamente, prepara seus alimentos.

Cada garfada amplia a oxidação do seu organismo. Este estresse oxidativo é um risco para agravar muitas doenças. O problema é que quase nunca a responsabilização do adoecimento entra na fatura do óleo.

A maioria dos profissionais desinformados culpa a carne, o ovo, o torresmo. Não o óleo usado para agregar doença na sua comida. Você, obviamente, acredita. E toma decisões erradas.

Alguns destes óleos, mesmo comprovadamente nocivos, permanecem sendo recomendados até mesmo por sociedades médicas.

Isso permanece como dogma, mesmo quando uma pesquisa feita com 9.423 pessoas – e publicada em um dos maiores jornais médicos do mundo, o Britsh Medical Journal (BMJ) – ter revelado que:

O consumo destes óleos não promoveu nenhuma proteção cardiovascular e ainda serviu só para baixar o colesterol dos pesquisados.

(Sim, baixar o colesterol não é um ganho. Permaneça comigo e eu vou te provar que o colesterol é o maior mito médico do mundo, destruidor de vidas e responsável pelo faturamento bilionário da indústria).

Voltando ao nosso assunto do dia, você deve estar se perguntando o que usar no lugar destes óleos tão nocivos.

Sim. Existem caminhos muito melhores.

É isso que eu falo agora para você.

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Qual é a recomendação?

Em meio a todas estas ressalvas existentes, há um óleo vegetal que se destaca e precisa ser absolvido.

Falo, lógico, do óleo de coco.

Sempre fui um defensor deste superalimento funcional.

São dezenas de confirmações científicas sobre o benefício.

Entretanto, recomendá-lo ainda é um ato quase heroico.

Dia sim, dia também entidades médicas juntam forças para difamar o óleo de coco.

Até manifestos inconsequentes e levianos foram feitos em rede nacional, o que contribuiu para deixar você confuso e desconfiado.

Mas digo com todas as letras: use o óleo de coco.

O óleo de coco facilita a absorção de outros nutrientes tais como vitaminas e minerais, não é armazenado nos adipócitos na forma de triglicérides, sendo menos calórico do que os outros óleos.

Além disso, não requer insulina para o seu metabolismo.

Faça o teste em você mesmo.

Consuma o óleo de coco por duas semanas. Corte os outros óleos vegetais. E me conte depois os resultados

São esses tipos de “curas proibidas” que me motivam permanecer estudando e enfrentando tubarões para falar sobre isso.

Repito: não posso mais ficar calado.

Por isso, volto em breve aqui em sua caixa de entrada com mais revelações.

Aguarde.

Um abraço.

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