O temor do Alzheimer: ‘Tinha medo de esquecer quem eu sou’

Maior Menor
Fernanda Mayane

Fernanda Mayane

14 maio 2021

Redatora

35,6 milhões de pessoas no mundo têm Alzheimer; assinante Jolivi conta estratégias naturais adotadas para frear e reverter os sintomas da doença

O ato de recordar realmente é uma das ações que mais trazem sentido à vida de qualquer pessoa.

Ter lembranças de momentos bons, memorizar aprendizados, decorar a letra de uma música, ou até mesmo lembrar do passo a passo daquela  receita favorita. Isso claramente se reflete na alegria de viver.

Mas se de repente, você se olhasse no espelho, e percebesse que não consegue mais se lembrar das coisas mais simples e corriqueiras da vida? É como se suas memórias estivessem sendo roubadas de você!

Você se esforça, se empenha, mas já não se lembra de coisas que aprendeu, nem da letra da música que  tanto amava cantar, tampouco do passo a passo  da receita que você tanto gostava…

Bom, é assim que vivem 35,6 milhões  de pessoas no mundo que possuem Alzheimer. 

Sabe-se que a cada quatro segundos uma pessoa é diagnosticada com demência  no mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o Alzheimer afeta cerca de 33% da população com mais de 85 anos. Entre as pessoas que já receberam o diagnóstico, está a Maria Glória, de apenas 62 anos.

[A DESCOBERTA] 10 anos com sintomas

 

Bióloga, mãe, e avó. Maria Glória, assim como qualquer pessoa, esquecia ocasionalmente algumas coisas em sua rotina. Acontece que, desde 2011, a frase “Ih! Esqueci” já estava sendo dita com muita frequência durante suas atividades.

Episódios de esquecimento severo começaram a aparecer. Ela conta que esqueceu chaves, senhas de banco, onde guardou coisas — inclusive dinheiro —, as comidas chegavam a estragar na geladeira  — e isso foi só o começo.

“Tinha vezes que eu ia tomar banho, que eu entrava e saia do banheiro com a mesma roupa. Daí, eu precisava ver se a toalha estava molhada, ou se o sabonete estava mexido, para me certificar se eu havia tinha banho ou não” 

A perda de memória frequente, atrapalhava Maria em muitas tarefas do dia a dia, inclusive na realização dos seus sonhos e atividades que a deixavam feliz. 

“Eu me sentia numa escuridão, não lembrava de brincadeiras para fazer com meus netos, e larguei de mão meu sonho de fazer um mestrado em clínica médica, pois não conseguia me concentrar na leitura. Eu tinha medo que meus filhos não me deixassem mais cuidar dos meus netos”

Além disso, ela sempre gostou de frequentar cultos religiosos, e cantar os louvores durante eles “Não conseguia me lembrar das letras dos hinos que eu mais gostava, e aquilo me deixava angustiada”, relata.

Foi então, que por muito tempo ela viveu o drama de idas e vindas ao consultório, mudando de profissional, de medicamentos, e com a oscilação de melhora e piora do quadro, ela enfim foi diagnosticada com Alzheimer.

Diante do diagnóstico desanimador, ouviu de seu médico  que o nível no qual ela se encontrava não poderia regredir, que a solução medicamentosa disponível poderia apenas estacionar e evitar o avanço precoce da doença.

Medicamentos: melhoria ou dependência?

 

Diferentemente do que prega a indústria farmacêutica, não há medicamentos que cure o Alzheimer

Apesar de estarmos falando de uma doença que hoje, de acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS) atinge 35,6 milhões de pessoas no mundo, não há medicamento conhecido para a cura do Alzheimer e mesmo a indústria farmacêutica não lança um novo fármaco para barrar o problema há mais de 20 anos.

Famílias e pacientes se sentem de mãos atadas sem que a indústria aponte para um novo horizonte no tratamento contra o Alzheimer

 

Muitos dos pacientes que vão ao consultório não procuram apenas um medicamento para o esquecimento, e sim, um tratamento eficaz  — que é a parte mais difícil. 

Os queridinhos dos consultórios para quem chega com esse diagnóstico, são os inibidores reversíveis da acetilcolinesterase conhecidos como, rivastigmina, tracina, metrifonato e o favorito donepezil.

O donepezil foi a segunda medicação aprovada, nos Estados Unidos, para o tratamento de Alzheimer  em 1997.

Muito embora ele demonstre alguma eficácia, existem inúmeras preocupações quanto aos efeitos colaterais tais como:

  • Fadiga;
  • Diarréia; 
  • Náusea;
  • Vômito; e
  • Tontura.

No final de 2019, Maria Glória foi encaminhada para um especialista em Alzheimer, que lhe prescreveu o donepezil. Durante o tratamento — que durou três meses —  ela sentiu uma leve melhora, porém, acompanhada por dores de cabeça e enjoo.

Os episódios de esquecimento permaneciam, e saber que aquilo não iria ajudá-la — e sim conter  o avanço — a deixava desanimada. Ela sentia que precisava de outra alternativa.

“Tinha dias que eu precisava checar se os pratos foram recém-lavados, para me lembrar se eu havia almoçado ou não. Foi então que decidi procurar outra saída, uma luz no fim do túnel”.

Seu cérebro está PASSANDO FOME?

No terceiro episódio do Workshop Memória Blindada, o Dr. Alain Dutra revela como o seu cérebro está PASSANDO FOME… ... e quais são os superalimentos (como ESTE poderoso óleo) que podem devolver uma mente afiada e são capazes de proteger seus pensamentos e memórias. Então, para assistir ao episódio,

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Uma luz no fim do túnel

 

A Maria Glória pesquisou sobre a doença para entender o que passava em seu cérebro

No período do tratamento, despertou em dona Maria, a curiosidade de pesquisar mais sobre a doença, para poder entender em que situação ela se encontrava.

Foi então, que em 2020, ela encontrou o programa Super Cérebro Sem Alzheimer, organizado pelo doutor Nelson Annunciato. Neste programa, o neurocientista da Jolivi apresenta  conteúdos com dicas de suplementação e formas integrativas para tratar a doença em conjunto com o médico pessoal de cada participante. 

E então, ela decidiu, em parceria com o seu médico, trocar os medicamentos pelos suplementos para saber se o tratamento natural realmente seria eficaz..

Entre os suplementos recomendados pelo Dr. Nelson Annunciato, está a vitamina D3, conhecida por essa nomenclatura, mas que na verdade é um hormônio produzido pelo corpo.

A falta de exposição correta ao sol é uma das causas da deficiência de vitamina D3. Essa deficiência, de acordo com o Dr. Nelson Annunciato, pode ter como uma de suas consequências o Alzheimer.

Uma revisão científica da Universidade de Tecnologia de Shandong com populações de 10 países constatou que, aqueles com baixos níveis de vitamina D3 tinham riscos 21% maiores de desenvolver Alzheimer e outras formas de demência se comparados àqueles com níveis ótimos do hormônio.

Conforme a revista Journal of Alzheimer Disease, comprovou em pesquisa, a vitamina D3  além de prevenir o Alzheimer, ela melhora a capacidade do sistema imunológico de limpar a proteína beta-amilóide — uma das conhecidas causadoras de Alzheimer — que se deposita no cérebro dos pacientes com a doença.

No primeiro mês de tratamento, Maria afirma ter se sentido 60% melhor em relação aos medicamentos que ela havia tomado antes.

Conforme os meses foram passando, suas lembranças que haviam se perdido começaram a retomar gradualmente.

Ela conta que começou a se lembrar das brincadeiras que ela gostaria de ensinar para seus netos, e que sua concentração havia melhorado muito. Ela já conseguia ler e cantar os hinos que gostava “Voltei a ler a bíblia e conseguir interpretar a mensagem que se passa, e isso me deixou muito feliz”, relata.

Além de voltar às suas atividades, que incluem artesanato, biscuit, leitura, e escrita. A vovó também se aventurou no mundo digital, e decidiu criar um canal no Youtube chamado Avós & Netos Online, para mostrar seu dia a dia, e motivar outras pessoas a se cuidarem e cuidarem de suas famílias.

“ A última vez que me senti feliz assim? Bom… posso dizer que quando eu tinha uns 30 ou 40 anos. Há muito tempo não sentia essa alegria de viver, tinha medo de me esquecer quem eu sou. Hoje, poder planejar sabendo que não vou esquecer, e ter autonomia, me traz muita alegria”

Maria Glória, 62 anos, feliz em conseguir reverter seu quadro de Alzheimer com a medicina natural

 

Reverteu o Alzheimer em 90% dos casos

Pesquisadores descobriram como regredir os sintomas de Alzheimer em 9 a cada 10 pessoas diagnosticadas com a doença. De forma inédita, o Dr. Nelson Annunciato apresenta a primeira solução capaz de regredir lapsos de memória, esquecimentos e até mesmo o Alzheimer.

PARA SABER MAIS, CLIQUE AQUI

 

Referências:

  • Organização Mundial de Saúde (OMS) 
  • JOHNSON, MK. The target site for the iniciation of delayed neurotoxicity by organophosphorous esters: Biochemical studies and toxicological applications. In: E Hodgson, JR bend and RM Philipot. (Eds.) Biochem. Toxicol. v. 4, p. 141-212,1982.
  • NORDBERG A. CARLSON LA, WINBLAD B. Biological markers and the cholinergic hypothesis in Alzheimer’s disease. Acta Neurol. Scand. v.85, p. 54-58, 1992.

 

 

 

Fernanda Mayane

Fernanda Mayane

14 maio 2021

Redatora

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