O que você aprendeu de novo esta semana?

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Leopoldo Rosa

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15 junho 2021

Head de conteúdo da Jolivi

Já parou para pensar sobre quantas coisas você aprendeu ao longo da vida? Fiz esse exercício nesta semana e me dei conta de que desde que comecei a estudar na infância só fiquei três anos longe das cadeiras acadêmicas. 

Essa é só uma parte daquilo que aprendemos ao longo da vida, é verdade. Fazemos cursos de idiomas, aprendemos observando colegas de trabalho, aprendemos ao ler um livro e até mesmo numa conversa informal com amigos e pessoas que admiramos (eu juntava um número sempre relevante de aprendizados ao conversar com a minha avó). 

O conhecimento abre portas. Não apenas porque você ganha “currículo” (no caso da aprendizagem formal), mas porque passa a enxergar outras possibilidades dentro da mesma carreira. Disse há alguns dias numa conversa com o time da Jolivi: repertório muda vidas. Acredito nisso de verdade. A conversa com a minha avó e a aula da faculdade são parte do que eu sou e me colocam, juntas, onde estou hoje e colaboram para aquilo que serei amanhã. 

Mas a aprendizagem muda também a nossa saúde. Veja: antigamente acreditava-se que os neurônios nascem conosco e tinham como único destino certo sua deterioração progressiva. Hoje, isso não é mais uma verdade para a ciência. O Instituto Médico Karolinska, na Suécia, publicou um estudo que aponta para o “nascimento” de cerca de 1.400 novos neurônios todos os dias em nosso cérebro.

Esse número tem tudo a ver com a nossa capacidade de aprendizagem. E numa via de mão dupla. 

Por um lado, a multiplicação de neurônios fortalece, claro, nossa capacidade de aprender coisas novas. Na via contrária, manter a mente ativa com atividades estimulantes — a leitura e o estudo entre elas — é essencial para acelerar essa renovação e evitar a deterioração dos neurônios. 

O médico Wilson Rondó, especialista da Jolivi, me mostrou esse dado: ler aumenta a atividade cerebral, melhora a memória e reduz o declínio cognitivo em 32%.

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Um outro estudo mostrou que pessoas que aprendem uma segunda língua (mesmo aquelas que aprendem naturalmente, sem um curso formal) podem retardar em mais de quatro anos os sinais de demência. 

A capacidade de aprender coisas novas e seus resultados são vistos na humanidade desde o início dos tempos e, além de ser responsável pela nossa evolução como sociedade, ainda nos oferece uma vida mais saudável e melhores oportunidades individuais. 

Para encerrar, deixo três dicas de como estimular o cérebro e, quem sabe, ganhar novos neurônios potentes por aí também:

  • 1 – Leia mais (e offline): num livro tradicional, quem sabe um pouco mais antigo, você consegue aprender palavras novas e linguagens diferentes das que usamos no dia a dia. Além de um bom exercício, enriquece seu vocabulário nas conversas corporativas.
  • 2 – Procure um novo curso. Pode ser online, gratuito e do que você quiser (quem sabe aprender aquele instrumento que você sempre quis). Aprender a fazer algo novo também ajuda nessa estimulação do cérebro.
  • 3 – Durma bem. Boas noites de sono reparador são essenciais para absorver conhecimento e evitar o estresse, que é altamente nocivo para nossa memória. 

Me conte: o que você aprendeu de novo esta semana?

SOBRE O AUTOR

Leopoldo Rosa é jornalista desde 2010, formado pela Universidade São Judas Tadeu. Foi head de conteúdo da Rádio Globo e chefe de reportagem e apresentador da Rádio CBN. Também passou pela TV Globo, CNN Brasil e Editora Abril. Se especializou em gestão de negócios pela Fundação Dom Cabral e tem MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais no Instituto Educacional B3.

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15 junho 2021

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