O que eu precisei desaprender para salvar meu pai do Alzheimer

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Olá, amigo e amiga.

Se você ainda não me conhece, meu nome é Dr. Alain Dutra, sou médico pela Universidade de Brasília.

Hoje estou aqui para te contar sobre a minha trajetória com o Alzheimer.

Quero te mostrar também como eu me tornei um profissional treinado para recuperar cérebros sofridos por conta da falha de memória.

Mas, antes, eu preciso me expor um pouco e dizer que a minha vida particular foi marcada três vezes pela doença que cresce de forma avassaladora no Brasil e no mundo.

A primeira vez que senti o gosto amargo do Alzheimer eu tinha 21 anos.

Nessa época, eu já havia escolhido seguir a carreira médica.

No período, bem novinho, eu vivenciei a perda de memória absoluta da minha avó paterna, Dona Irene.

Estava terminando a faculdade de medicina e, assim como meus colegas, achava que não podia fazer nada para reverter a evolução dessa doença.

“Alzheimer é uma sentença e não uma doença”, ouvia de meus mestres e colegas mais velhos.

Assisti o caso da minha avó evoluir sem nenhum controle.

Ela morreu em meio ao esquecimento absoluto, debilitada pelo declínio cognitivo.

Foi a minha primeira marca pessoal por causa do Alzheimer.

Mas não a última.

Depois — quando eu estava formado e já estava na casa dos meus 30 anos — a doença que rouba a identidade das pessoas e destrói as memórias de família deu as caras novamente.

Eu já era diplomado e um médico que dava orgulho para a família.

Ainda assim, com tudo que aprendi na faculdade, não consegui mudar o curso do Alzheimer, agora desenvolvido na minha avó materna, a Sra. Nadege.

E mais uma vez a evolução do caso foi galopante.

Pela minha avó Nadege, eu fiz tudo o que preconizava a medicina tradicional.

Mas, como você deve saber, a medicina em sua forma mais catedrática nos oferece pouca coisa, quase nada, para mudar esses destinos.

Digo isso porque a medicina comum sabe usar como ninguém armas farmacêuticas e cirurgias.

Só que, no caso do Alzheimer, remédio e bisturi são praticamente obsoletos.

Veja: os remédios químicos disponíveis para o Alzheimer são os mesmos há 20 anos.

Quase não tivemos lançamentos frutíferos de quando a doença apareceu para minha avó pra cá.

E as drogas químicas existentes falharam — e ainda falham — miseravelmente.

Tive acesso a um levantamento feito pela Cleveland Clinic que endossa esse panorama das trevas.

Os pesquisadores da entidade avaliaram 244 drogas anti-alzheimer lançadas entre 2002 e 2012.

Desse total, apenas um químico teve sucesso.

Fazendo as contas, o índice de sucesso chega a mísero 0.4%.

E o índice de falha de 99.6% fez o autor do estudo, o pesquisador Dr. Jeffrey L. Cummings, declarar à Fox News:

“A mensagem dramática é que o desenvolvimento de medicamentos para a doença de Alzheimer está em um estado desastroso. Temos que mudar isso”.

Pela segunda vez na minha história pessoal, eu assisti com profunda tristeza o caso de um ente querido evoluir…

Minha querida avó Nadege também perdeu a derrota para o Alzheimer.

Mas dessa vez não enfrentei a derrota com resignação.

Fiz o que o Dr. Jefferey sugeriu.

Fui buscar uma rota completamente diferente para o Alzheimer, pois não me conformava em ser vencido assim por uma doença.

Estudei muito. Devorei livros de cabo a rabo.

Busquei especializações internacionais e fui entender o que os pesquisadores mais renomados do mundo estavam fazendo contra o Alzheimer.

Tinha que haver uma solução.

Assim, na terceira vez que a doença bateu à porta da família Dutra, o Alzheimer encontrou um Dr. Alain totalmente diferente.

Eu já não era mais o mesmo.

Tinha despertado para a medicina integrativa, feito pós-graduação no Hospital Albert Einstein, me especializado no Institute for Functional Medicine (nos EUA).

Mais do que isso.

Eu havia sido selecionado como primeiro médico brasileiro a ser treinado pelo Dale Bredesen, pesquisador de elite da UCLA (Universidade da Califórnia).

Bredesen é reconhecido mundialmente por desenvolver um protocolo integrativo, que não usa drogas químicas, eletrochoques ou terapias invasivas para tratar as pessoas.

Ao contrário.

O método Bredesen é focado no uso de suplementos, em ervas, em terapias comportamentais e mudanças simples de hábitos.

Essa abordagem, há alguns anos, foi testada cientificamente.

E ficou comprovado que o programa de Bredesen foi capaz de reverter o Alzheimer em 9 dos 10 pacientes testados.

Um portal se abriu para mim.

Ali, ao lado da maior autoridade no assunto, o Dr. Dale Bredesen, eu aprendi a guiar os meus pacientes por um caminho diferente, natural e efetivo.

Uma rota totalmente distinta de tudo que tinha aprendido na faculdade, mas que se mostrava possível e factível.

Me tornei um especialista em recuperar os cérebros mais adoecidos. E transformei o combate ao Alzheimer no Brasil na minha grande missão.

Então, aos 43 anos de idade, eu fui submetido à maior prova de fogo da minha carreira.

Com tantos aprendizados da medicina integrativa, eu já tinha conseguido vários casos de sucesso no meu consultório.

Foi quando percebi que meu próprio pai começou a apresentar declínio cognitivo, perda de memória e os primeiros sinais do Alzheimer.

Apesar da bagagem fortificada — e não ensinada nos bancos da graduação — agora era preciso ir além.

Cuidar do meu próprio pai não era um compromisso maior do que o que eu já tinha com todos os meus pacientes.

Mas dessa vez era a chance de conseguir fazer as pazes com a minha própria história.

Eu queria salvar meu pai. E honrar minhas avós Irene e Nadege.

Dessa vez, porém, já não era mais medo e nem desilusão que regiam a minha prática clínica.

Eu conhecia uma esperança médica para o Alzheimer.

E a esperança virou realidade

Em 90 dias, o tratamento do Sr. Paulo Alberto Dutra, meu pai, surtiu efeito.

O caso entrou em remissão.

O Alzheimer não evoluiu e contrariou todas as sentenças médicas que eu já havia dolorosamente experimentado e acreditado.

Hoje, aos 80 anos, meu pai tem a memória restabelecida. O cérebro parou de envelhecer, se mantém jovem, ativo e operante.

Cuidar do meu pai foi só o embrião de um protocolo único que eu desenvolvi e que já ajudou dezenas de pessoas que vieram depois dele.

A alimentação é a protagonista nesse meu protocolo — e quando você aprende o que comer, e o que não comer, você consegue já melhorar seus testes de memória 90 minutos depois da refeição, como atesta uma pesquisa feita no Japão.

Essa é uma pequena parte do que eu vou te contar nos próximos dias durante o nosso especial Workshop Memória Blindada.

Lembrando que o primeiro episódio vai ao ar na próxima quarta-feira, dia 17, às 8h da manhã.

Dr. Alain Dutra.

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