O que é Diabetes Tipo 3 e como ele se manifesta no seu cérebro

Maior Menor

O que é Diabetes Tipo 3 e como ele se manifesta no seu cérebro

Podemos resumir Diabetes tipo 3 como uma relação íntima entre Alzheimer e Diabetes.

A Doença de Alzheimer é uma patologia muito estudada e falada na área da medicina.

Ela é definida como “uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo”, pela Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz). De acordo com a entidade, os sintomas clássicos são: a degeneração progressiva do cérebro e dificuldade de cognição, de memória.

A doença começa a dar os primeiros sinais a partir dos 60 a 65 anos. Mas isso não é uma regra.

Atualmente a demência tem sido diagnosticada até nas pessoas na faixa dos 50, 40 e até mesmo dos 30 anos.

E os números não param de crescer.

Só no Sistema Único de Saúde (SUS), tiveram mais 38 milhões de atendimentos dos pacientes com Alzheimer em um ano.

Esta situação já é alarmante, porém o que assusta mais são os novos estudos que apontam que os portadores de diabetes do tipo 2 – doença que atinge mais de 16 milhões de brasileiros – têm um potencial maior de desenvolver este tipo de demência.

É por este motivo que pesquisadores de diversas partes do mundo já estão chamando a doença cognitiva de Diabetes Tipo 3.

De onde surgiu Diabetes Tipo 3?

Em 2005, Dr. Eric Steen da Brown University (EUA), estudou o funcionamento do nosso cérebro.

E no meio da investigação, descobriu que os pacientes com Doença de Alzheimer tinham menos receptores de insulina na região cerebral.

A razão para isso era justamente o processo de resistência insulínica que marca tanto a evolução do diabetes tipo 1 (autoimune) e o diabetes tipo 2 (mais ligado aos hábitos de vida).

Se você ainda não sabe, leitor, aprendi aqui na Jolivi que a resistência funciona assim:

A insulina é um hormônio que funciona como a “chave” que abre a porta das células para a glicose entrar.

Porém às vezes a “fechadura” já está “tampada” e a insulina não consegue realizar a função.

Consequentemente, o corpo fica com glicose em excesso, a energia é armazenada em forma de gordura, causando os processos inflamatórios crônicos no corpo.

Está gostando desse artigo?
Insira seu e-mail e comece já a receber nossos conteúdos gratuitos sobre saúde natural
Receba Já

*Não vamos distribuir seu e-mail

Inflamação e Diabetes

Já sabíamos que esta inflamação crônica alterava a nossa pressão e levava ao diabetes tipo 2. Agora, os ensaios científicos endossam que este processo inflamatório também pode afetar o nosso cérebro e levar ao aparecimento das placas de beta-amiloides (também conhecidas como “placas senis”) – um dos fatores que caracteriza o Alzheimer, responsável pela destruição da capacidade de lembrar.

Mais do que isso, altas concentrações de glicose e insulina podem elevar drasticamente a quantidade de placas senis, abrindo o caminho para todos outros fenômenos cerebrais que resultam na memória e funções cognitivas.

Deu para entender o ciclo?

E justamente por causa dessa deficiência dos receptores de insulina e tantas semelhanças entre excesso de glicose e resistência à insulina que o Dr. Eric aventou:

“Será que não podemos considerar a Doença de Alzheimer como um Diabetes tipo 3?”.

Diabetes Tipo 3

E é aqui vem a notícia boa.

Por causa dessas semelhanças, o que protege as sequelas mais desastrosas do diabetes também pode prevenir o adoecimento cerebral.

Em função disso, pedi para o Dr. Nelson Annunciato sugerir algumas medidas bem simples para proteger o seu cérebro que fazem parte do Programa Annunciato do nosso produto Conexão Cérebro.

Se quiser fazer parte do Programa Annunciato contra o Alzheimer saiba mais aqui.

Caminhos para o seu cérebro

Controle a ingestão de açúcar na alimentação

Mantenha os níveis glicêmicos e insulínicos baixos com o controle de açúcar da sua alimentação.

O açúcar refinado, aquele bem branquinho e de gosto chamativo, precisa entrar em extinção na sua rotina, e os produtos industrializados devem ser escolhidos criteriosamente, pois costumam ser ricos na substância.

(Se açúcar estiver entre os três primeiros itens da lista de ingredientes de uma embalagem, tente achar uma outra opção. É previsto por lei que a descrição dos elementos que compõem um produto esteja em ordem decrescente de quantidade.)

Conheça o óleo de coco

Dr. Nelson afirma que estudos indicam que a ingestão de óleo de coco consegue regredir o quadro de Alzheimer, pois, assim, evita-se a formação das placas beta-amiloide, tipicamente encontradas nos indivíduos com Alzheimer.

No óleo de coco também se encontram triglicérides de cadeia média, que são importantes para o funcionamento cerebral.

Para quem é assinante do Conexão Cérebro, Dr. Nelson compartilha a quantidade ideal de óleo de coco a ser consumida, capaz de regredir em até seis meses o Alzheimer.

QUERO CONHECER O CONEXÃO CÉREBRO

Diabetes Tipo 3 Óleo de Coco

Faça a Dieta Mind

De acordo com os estudos da Mayo Clinic, para melhorar a capacidade cognitiva, é bom evitar os industrializados, as carnes vermelhas, fast-foods, massas, queijos e margarinas.

E 10 alimentos devem ser consumidos diariamente para reduzir e prevenir o Alzheimer e melhorar a capacidade cognitiva:

  • Vegetais verdes escuros folhosos
  • Vegetais em geral
  • Nozes
  • Amêndoas
  • Castanhas
  • Frutas vermelhas
  • Feijão
  • Quinoa
  • Peixes (dê preferência para os que não são criados em cativeiro)
  • Aves
  • Azeite de Oliva

Ótimas dicas, não é mesmo?

Espero que tenha gostado do assunto de hoje e qualquer dúvida, mande um e-mail pelo contato@jolivi.com.br 🙂

Um recado breve…

Se você avalia que mais pessoas podem se beneficiar com estes conteúdos gratuitos, compartilhe.

E para ter mais informações saudáveis, siga a página do Facebook da Jolivi aqui.

Veja também: Soja não é a melhor opção para menopausa e andropausa.

Insira seu e-mail e receba nossos conteúdos gratuitos sobre saúde natural: