Sua Saúde

“Ninguém tem deficiência de anti-depressivos! As pessoas têm deficiências de nutrientes”

Realmente, foram muitas mensagens de impacto.

“O Fim do Brasil”, “Os 100 ensaios” e, mais recentemente, o épico documentário “As três verdades que os bancos e a mídia estão escondendo” –  só para pontuar alguns exemplos.

Realmente, o contato virtual com Felipe Miranda trouxe informações que abriram um novo horizonte para mim. Entre todos os e-mails, no entanto, fico com o que caiu – há mais ou menos dois anos – como um terremoto em minha caixa de entrada.

Não sei mensurar o tamanho do seu potencial transformador. Com permissão, partilho um dos trechos escrito pelo Felipe:

“Hoje estou melhor, mas posso dizer sem medo de errar: a depressão foi uma experiência definitiva na minha vida. Saio dela diferente e ciente de que nada está acima da minha saúde”.

Foi assim, com esta confissão ousada e importante, que o Felipe me apresentou à Jolivi. Ele anunciava, na ocasião, o nascimento da casa independente de recomendações de saúde que vinha para ficar.

Coincidentemente, a época também marcava a minha plena recuperação de 6 doenças crônicas, dentre elas um quadro depressivo severo.

Tenho 58 anos, sou Doutor em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e pela Universidade Médica de Lübeck, na Alemanha.

Também tenho Pós-Doutorado em Reabilitação Neurológica pela Universidade de Munique. Há 39 anos, eu me dedico ao estudo das Neurociências e das doenças relacionadas ao cérebro.

Já fui, ao longo de todos estes anos, professor de mais de 15 mil alunos e profissionais de saúde no Brasil, na América Latina e na Europa.

E, assim como Felipe, digo com toda a certeza: nada foi mais decisivo em minha jornada profissional do que a experiência de estar bem no alvo do adoecimento contínuo.

Foi só depois de estar sujeito exclusivamente aos “cuidados” dos tratamentos convencionais que eu tive a certeza de que precisava mudar os caminhos terapêuticos para o cérebro que hoje ofereço aos meus alunos, para mim e, agora, para os leitores da Jolivi.

Se quer entender as razões da minha mudança, faça um exercício.

Sei que é difícil, mas tente lembrar, por exemplo, de como era o seu planejamento financeiro antes da Empiricus existir.

Imagine cuidar dos seus investimentos – para o resto de sua vida – tendo como referência apenas o que o gerente do seu banco te apresenta. Qual é a sua real chance de lucro?

Pois bem.

É mais ou menos isso que fazemos com o nosso maior patrimônio, no caso, com a saúde.

Afinal, entregamos todo o nosso capital saudável – sem muito questionamento – ao que recomenda a indústria de medicamentos e de alimentos. Ou com você é diferente?

É claro que os remédios existentes têm a sua importância e, especialmente em um tratamento psiquiátrico, podem salvar vidas.

A minha crítica está na exclusividade da medicalização como forma de investir na saúde, sem levar em conta todos os outros cenários que compõem o organismo, incluindo, aí, a deficiência nutricional tão importante em situações como a depressão.

Pense no seguinte: “ninguém tem deficiência de anti-depressivos! As pessoas têm deficiências de nutrientes!”

Ainda mais em um contexto em que pesquisas científicas renomadas, como as feitas pela Fundação Cochrane, já ressaltaram que os malefícios atribuídos aos antidepressivos (disfunção erétil, dores, tendência maior ao suicídio), nada, nada, nada desprezíveis. Muito pelo contrário.

Existem exceções, mas não há como negar que a regra majoritária vigente nas estruturas de saúde é cessar o acolhimento do deprimido com uma prescrição. De uso contínuo e de preferência para a vida toda.

Estes medicamentos combatem a fumaça, mas não o fogo!

E você, como parte deste negócio, sabe exatamente qual é o preço que paga?

O último relatório feito pela London School of Economics mostrou que o Brasil gasta R$ 206 bilhões com funcionários doentes por depressão, que faltam no serviço ou não exercem seu potencial pleno.

Repetindo R$ 206 bilhões que são alimentados por dramas ocultos de investidores e profissionais de todas as áreas, reféns de uma forma única de cuidar da saúde.

Felipe, Rodolfo e todo o grupo da Empiricus quase diariamente, colocam para você as suas experiências como uma proposta mais efetiva de investimentos, sem nenhuma influência de terceiros, como bancos e imprensa.

É exatamente isso que a Jolivi agora irá te oferecer na área da saúde, trazendo recomendações sobre as doenças mais incidentes no Brasil e que ameaçam a sua qualidade de vida.

Por isso, minha proposta é que você volte amanhã ao seu e-mail para conhecer mais sobre o nosso trabalho e se surpreender com a efetividade e simplicidade da saúde natural.

Para fechar o nosso encontro, afirmo: se você conhece Rivotril, Frontal e Fluoxetina porém nunca ouviu falar da influência do magnésio na depressão, sugiro mesmo que aceite esta nova oportunidade de cuidar do seu maior investimento.

Veja só os achados do cientista George Eby: em 1905, os americanos ingeriam em média 400mg diários de magnésio e apenas 1% deles manifestava depressão antes dos 75 anos.

Cinquenta anos depois, sobretudo com a inserção do pão de forma – pobre em nutrientes – na alimentação, o número de depressivos antes dos 24 já eram 6% da população.

Eby conclui seu estudo relacionando o aumento dos casos de depressão no mundo à nossa alimentação, rica em produtos industrializados e pobre em magnésio.

Ou seja, há boa notícia aqui: quando você aprende quais alimentos escolher e qual a dosagem de magnésio tomar, na hora, começa a sair da depressão.

Lembre-se: “ninguém tem deficiência de anti-depressivos! As pessoas tem deficiências de nutrientes!”

É sobre isso que agora vamos falar. Espero que aproveite.

Abraços.

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