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Morte de Maradona: será que essa vitamina teria o protegido?

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Carlos Schlischka

Especialista: Carlos Schlischka

Médico Especialista em Saúde Integrativa

CRM: 14.558/SP

30 novembro 2020

Dr. Carlos Schlischka é formado pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, tem mestrado pela USP-RP e quase 35 anos de prática clínica. Especialista em Medicina Regenerativa e Acupuntura, além de um grande estudioso nos campos da Nutrição e da Fitoterapia

Sou cruzeirense, meu irmão teimoso é atleticano.

Você pode torcer para Corinthians, Flamengo, Santos, Grêmio, Palmeiras ou Paysandu.

Não importa o time do coração, você sabe, Maradona era uma espécie de unanimidade por sua genialidade dentro do campo.

Fora dele, no entanto, há um passado de abusos creditado ao brilhante jogador. E, provavelmente, a soma de todos esses fatores resultou na explosão circulatória que ontem levou o argentino para “la mano de Dios”.

Fiquei pensando o que teria dito ao Maradona se tivesse a oportunidade de conversar 10 minutos com ele.

Deixaria de fora a disputa de quem foi o melhor do mundo, obviamente, mas acho que gostaria de apresentá-lo a uma vitamina que, a meu ver, seria essencial para uni-lo ao Pelé e ao Garrincha.

Qual delas? Eu explico.

 

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A vitamina que poderia salvar o Maradona

A julgar pelas características físicas dos três jogadores, posso apostar o meu dedo mindinho.

Tanto Pelé, quanto Garrincha e até Maradona carregavam em seus corpos a deficiência de um nutriente essencial, protetor da saúde e que é responsável por modular mais de dois mil genes do corpo humano.

Estou falando da vitamina D3, um composto amplamente estudado e perigosamente pouco recomendado pelos médicos tradicionais.

Daí você deve estar se perguntando sobre quais as razões da minha aposta para a carência de vitamina D3 do Garrincha, do Pelé e do Maradona, certo?

Pois bem.

Explico em quatro tópicos:

  1. As pernas tortas do Mané que tanto deram show nos gramados mundiais são manifestações clínicas de um problema chamado raquitismo, que tem como causa mãe a deficiência de vitamina D3.
  2. Já a pele preta de Pelé também o enquadra no grupo dos potencialmente carentes de vitamina D3, pois a pigmentação dificulta a absorção. Talvez, a deficiência da vitamina essa seja uma das causas da depressão que mantinha o nosso rei dentro de casa — mesmo antes da pandemia. Estudos publicados no ano passado apontaram que a deficiência de vitamina D aumenta o risco de depressão em até 14%.
  3. A obesidade de Maradona, percebida ao longo dos últimos anos e a dificuldade em caminhar em sua última aparição já demonstravam indícios bem importantes das dosagens inadequadas desse supernutriente (e provavelmente de muitos outros).
  4. Por fim, possuir doses adequadas de vitamina D3 é um privilégio quase não visto no globo terrestre. Mais de 90% da população mundial, em decorrência do nosso estilo de vida e do medo absurdo que adquirirmos do sol, está completamente carente de vitamina D3.

Reverter essa deficiência de vitamina D3, no entanto, não exige o talento indiscutível que tanto marcou os três heróis.

Porém, é preciso que a medicina contemporânea entenda de uma vez por todas sobre a necessidade de falar sobre esta verdadeira epidemia.

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Como a Vitamina D3 reduziria o risco do mestre?

Se a perda do Maradona tão precocemente acendeu um alerta em você, eu sugiro que você se exponha ao sol, de três a quatro vezes por semana, porque é assim que você obtém bons níveis desse protetor de forma gratuita.

O mesmo Maradona disse, há sete anos: “Sabe que jogador eu teria sido se não tivesse usado drogas? Um jogador do caralho. Tenho 53 anos, mas é como se tivesse 78. Minha vida não foi normal, digamos, 53 anos? Eu vivi 80”.

E a vitamina D está realmente associada à recuperação de saúde, que poderia ter acontecido de forma diferente pós-cirurgia, e à longevidade.

A melhor maneira de adquirir a vitamina D3 é tomando sol por 15 minutos, todos os dias, entre às 10 e 15 horas, com o sol a pino.

E a vitamina D está realmente associada à recuperação de saúde, que poderia ter acontecido de forma diferente pós-cirurgia, e à longevidade.

A melhor maneira adquirir a vitamina D3 é tomando sol por 15 minutos, todos os dias, entre as 10 e 15 horas, com o sol a pino.

Com a exposição correta ao sol, é possível garantir 20.000 UI/dia de vitamina D3, doses suficientes para manter um coração à prova de uma parada cardíaca.

É claro que, se você estiver na praia, no futebol com os amigos ou na pescaria, por exemplo, você deve se expor nos primeiros 15 minutos sem protetor solar.

Praia limpa, céu aberto e sol radiante

A melhor maneira de adquirir a vitamina D3 é tomando sol por 15 minutos, todos os dias, entre às 10 e 15 horas

Por que a Vitamina D3 é tão importante para a nossa saúde?

A vitamina D3 tem sido foco de estudos científicos de renomadas instituições e há evidências científicas suficientes para comprovar sua proteção mediante uma série de problemas de saúde, assim como soluções.

Vamos a algumas delas:

  • A deficiência de vitamina D está presente em 35% das pessoas com obesidade e 24% das pessoas com sobrepeso, segundo estudo da Universidade Federal da Bahia;
  • Publicação da Cell Reports apontou que bons níveis de vitamina D3 promove maior longevidade, enquanto o surgimento de doenças relacionadas ao envelhecimento está associado à sua carência;
  • A deficiência de vitamina D3 está diretamente relacionada como fator de risco para ataques cardíacos, insuficiência cardíaca, problemas circulatórios e AVC (acidentes vasculares cerebrais);
  • Sua deficiência causa endurecimento das artérias, segundo estudo compartilhado no Congresso Anual do American College of Cardiology, de 2011, o que compromete a livre circulação do sangue; e
  • A deficiência de vitamina D em usuários de cocaína foi associada ao diagnóstico de um problema chamado estenose aórtica, uma doença coronariana que impede o fluxo sanguíneo e faz o coração trabalhar além do desejado. Com o tempo, ela pode evoluir para insuficiência cardíaca.
  • O mesmo estudo que descobriu o problema entre consumo da droga e o problema cardíaco apontou a importância da reposição de vitamina D como estratégia em usuários de cocaína para prevenir o problema circulatório.

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Como medir a deficiência de Vitamina D3?

Quer saber se você está deficiente de vitamina D3? A medição de vitamina D3 é feita por um exame de sangue.

Os níveis adequados de vitamina D3, jamais devem ser abaixo de 30 ng/mL. Se for abaixo de 10, então, você pode estar em risco de vida.

Entre 30 e 50, apesar de ser um nível considerado como normal pelos laboratórios de análises clínicas, ainda não são ideais para manter o seu coração efetivamente blindado.

Para você, eu indico que os seus níveis ideais de vitamina D devem ser entre 60 ng/mL e 100 ng/mL.

Se você realmente se obrigar a se expor ao sol, saiba que garantirá a recuperação deste hormônio de acordo com o que seu corpo precisa.

Mas, principalmente se o seu coração já estiver pedindo socorro, eu sugiro que você fale com o seu médico sobre a suplementação a partir de de 10.000 UI/ dia de vitamina D3.

Atenção: sempre que for suplementar vitamina D, você precisa suplementar 100mcg de vitamina K2 conjuntamente para evitar o efeito deletério do cálcio, que é quando ele não protege os ossos e passa a se depositar nas artérias, elevando o seu risco cardíaco.

É claro que eu não sou ingênuo.

Uma vitamina sozinha não teria o poder de fazer Maradona ser salvo, ter o sistema circulatório regenerado e até feito que sua recuperação pós-cirúrgica não ser tão desastrosa.

Mas poderia ser um começo, um ponto de partida, algo que o ajudasse em seu renascimento.

Sabe, perder um ídolo aos 60 anos mexe com a gente.

Eu tenho pouco mais que isso e, por mim e pelos meus pacientes, não consigo achar normal uma partida tão prematura desencadeada por um problema de difícil explicação. Uma queda, um coágulo, uma morte.

No fim, hoje, talvez eu só quisesse puxar um papo com o Maradona para agradecer por todos os seus gols, até pelo de mão.

E dito para ele que seria bem importante, ao menos pra mim, que ele encontrasse uma forma de se cuidar melhor e viver mais.

Gracias, Maradona!

E você, leitor, cuide-se. Estou aqui se precisar e, se puder, compartilhe estas recomendações com os seus queridos.

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Carlos Schlischka

Especialista: Carlos Schlischka

Médico Especialista em Saúde Integrativa

CRM: 14.558/SP

30 novembro 2020

Dr. Carlos Schlischka é formado pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, tem mestrado pela USP-RP e quase 35 anos de prática clínica. Especialista em Medicina Regenerativa e Acupuntura, além de um grande estudioso nos campos da Nutrição e da Fitoterapia

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