Sua Saúde

 

Meus caminhos para chegar até aqui e uma grata surpresa

 

Olá, amigo leitor. Como vai?

Que bom que está de volta.

Eu ainda me recupero da verdadeira catarse vivida ontem ao dividir com você a história da morte do meu pai e a da nova vida da minha mãe (se você perdeu, clique aqui para ler).

Hoje, volto para me “despir” um pouco mais.

Estamos em uma lista exclusiva e o meu objetivo é colocar a nossa relação em um contexto de transparência total.

Afinal, você está aqui para dividir e saber mais sobre a sua saúde. Trata-se do seu bem mais precioso e com isso em jogo não há espaço para titubeios, certo?

Por isso, se tem alguma questão, por favor, é só enviar para mim drleonardo@jolivi.com.br

O curioso é que também sempre coloco a transparência como ponto de partida toda vez que sou convidado a palestrar para estudantes de medicina. E em vez de deixar as perguntas para o final destes encontros, também sugiro que as dúvidas sejam apresentadas no início da conversa.

Faço isso porque minha experiência mostra que, invariavelmente, uma pergunta é feita:

– Quais foram os seus erros principais até chegar aqui?

Acho engraçado que os alunos adoram quando os professores falam sobre suas falhas. Talvez porque errar seja a única forma de tornar uma conquista possível.

Então decidi que, para dar sequência no nosso encontro, vou repetir a forma respondo ao questionamento acima.

“Hoje tenho meu título de especialista em cirurgia após ingressar em um dos grupos de residência mais disputados do Rio de Janeiro. Comi muita poeira, passei noites em claro e dormir pouco. Fui reprovado nada mais nada menos do que 3 vezes na prova de seleção… Foi aí que me tornei tipo de cirurgião que trabalha arduamente para adiar ao máximo as cirurgias e quem sabe até nem usar o bisturi.”

Achou papo de maluco?

Calma, eu vou explicar.

Pacientes dispensados

Mesmo estando no mais seleto grupo de cirurgiões, vários dos meus colegas simplesmente não conseguiam operar seus pacientes. Eu mesmo lidava com esta situação.

Literalmente, adiávamos as cirurgias e dispensávamos as pessoas. E sabe qual o motivo?

Homens e mulheres chegavam até os cirurgiões com a pressão alta, diabetes descontrolado e, portanto, outros indicadores de adoecimento crônico que inviabilizavam as operações.

Eu já tinha perdido o meu pai de forma muito precoce para o diabetes. Sabia o potencial de uma doença crônica, sabia o quanto ela podia ser silenciosa e letal.

Pensei: “Não posso mandar as pessoas embora e só prescrever remédios, porque sei que isso não será transformador”

O nascimento do projeto

Daí mergulhei profundo na elaboração de um projeto que conseguisse transformar mesmo e acabar com o diabetes tão ameaçador.

Fui encontrando dificuldades ao longo do caminho. Afinal, era preciso ter conhecimento em áreas que as faculdades de medicina simplesmente ignoram.

E foi em uma casa de pau a pique, no interior do Brasil, que eu encontrei a certeza de que o meu programa contra o diabetes era possível, ideal e urgente.

Vou te apresentar um pouco desta história tão transformadora que marcou a minha guinada como médico.

 

A história de uma ex-diabética

Em seus 1,51m de altura e 94 quilos, batia um coração cansado e ofegante, funcionava um fígado limitado pela gordura (condição chamada de esteatose hepática), circulava um diabetes desregulado e perigoso e ainda tinha ela: a enxaqueca pulsante, diária e “enlouquecedora”.

Até que, há dois anos, ela foi convidada a olhar para o quintal da casa de pau a pique onde mora, no interior de Minas Gerais. E resolveu também encarar a estrada de terra batida que separa o sítio de onde reside da cidade mais próxima.

Foi neste cenário que Tatiana do Livramento da Silva, 31 anos de idade, encontrou uma “fórmula” capaz de revolucionar a saúde de pessoas de todas as faixas-etárias.

Para Tatiana, já adianto, o mecanismo adotado resultou na redução de 69,2% dos índices de diabetes, na eliminação de 20 quilos, na economia de mais de 30% dos alimentos utilizados nas refeições e no desaparecimento por completo da enxaqueca.

“Por mês, eu consumia 90 comprimidos para tentar eliminar a dor de cabeça e nada funcionava. Hoje, após a mudança, não tomo nem uma pílula, nadica de nada”, me contou Tatiana.

A receita que mudou a vida de Tatiana não apenas reduziu a necessidade de remédio como fez com que ela apresentasse indicadores que fazem com que ela hoje seja considerada uma “ex-diabética” e “ex-deprimida”, dois termos que costumam ser rechaçados por boa parte dos especialistas.

 

“As dores de cabeça foram embora de forma inacreditável e a minha taxa de glicemia que estava em 302 (altíssima e que indica diabetes em estágio crítico), baixou em para 93, em 25 dias. Eu tomava um medicamento e teria que começar a usar injeção com insulina. Hoje eu não tomo mais remédio nenhum”, conta ela.

Demais não é mesmo?

Eu sei, você deve estar curioso para saber o que transformou a vida de Tatiana.

E é sobre o programa que eu apliquei com ela que quero dividir mais com você.

Hoje, já tenho uma coleção de histórias de ex-diabéticos que passaram pelo meu caminho e me sinto completamente maduro e pronto para dividir agora este projeto com você.

E cheguei ao que batizei de “Golden Six”, um programa natural de prevenção e combate do diabetes tipo 2 que pode ser feito por qualquer pessoa, do conforto de sua casa, mesmo que seja uma residência afastada e do interior.

Vou falar mais sobre isso, ainda temos muito o que conversar.

Amanhã, se quiser saber sobre o maior erro médico do século, volte aqui no seu e-mail, às 8h em ponto.

Além de te contar sobre o que eu descobri com as minhas pesquisas também quero te ouvir.

E não quero mais que você entregue de bandeja a sua saúde para a indústria.

Abraço,