Sua Saúde

Para o alto e avante: o lema de quem vive com saúde em qualquer idade

 

Salve, salve leitor da lista exclusiva!

Como você está, tudo bem?

Ontem, em nosso primeiro encontro, eu dividi com você algumas informações sobre a “síndrome fatal da segunda-feira”, tá lembrado?

E, como promessa é divida, prometi voltar hoje com dois “furos” da dieta preferida entre os cardiologistas que, quando corrigidos são capazes de salvar os nossos corações de um infarto.

Trigo maligno

O primeiro deles é polêmico. Mas eu coloquei como meta fazer com que você tenha mais saúde e, para isso, sei da necessidade de colocar o dedo na ferida.

Vamos lá.

Os corações masculinos estão mesmo à beira de um infarto, maltratados por hábitos nocivos e vulneráveis em decorrência de uma medicina desatualizada e que só prioriza o remédio. E mesmo neste contexto de medicação e mais medicação, a dieta mediterrânea permanece sendo a queridinha dos cardiologistas.

De fato, este plano alimentar é terapêutico e não faltam evidências científicas para legitimá-lo como protetor cardíaco. Mas o “trigo” que ainda permanece como base desta dieta – ao lado das frutas, castanhas e carnes magras – não é mais amigo do músculo cardíaco.

Sei que muitos vão dizer que se trata de um alimento sagrado, presente até nas refeições de Cristo.

Entretanto, é inegável que em nome da produção econômica, o trigo sofreu mudanças genéticas importantes, tornando-se tóxico para o consumo em larga escala e fazendo com que o pão e as massas, mesmo quando na versão integral, não sejam um bom negócio para quem quer colocar a saúde em primeiro lugar.

Calma. Se você é daqueles que diz não saber viver sem pão, eu arrisco dizer que você não conhece as milhares de possibilidades que as outras farinhas, sem ser a de trigo, oferecem.

Foi por isso que eu desenvolvi um plano alimentar específico para os meus pacientes e que fazem parte do meu programa Homem de Ferro. É sobre isso que vou me aprofundar com aqueles que permanecerem comigo e espero mesmo que você esteja neste grupo.

Enganação do salmão

Neste meu plano alimentar também não tenho no pedestal o salmão, peixe tão lembrado na hora dos entendidos orientarem um cardápio protetor do coração e um dos furos atuais que identifico na dieta mediterrânea.

As razões disso não são por causa da minha insistência em remar contra a maré (apesar de saber que este é um esporte muito praticado por aqueles que, como eu, se propõem a estudar a saúde verdadeira).

Explico melhor.

Uma pesquisa realizada pela Northumbria University, do Reino Unido, observou que o consumo semanal de peixes ricos em ômega 3, melhora a circulação cerebral e diminui os riscos de demência ao envelhecer.

Olhando por este lado, ponto para o salmão.

Ocorre que a maior parte do salmão comercializado hoje é de criadouro. E para ter todas as vantagens cardiovasculares deste peixe, o ideal é se alimentar do salmão selvagem, muito difícil de ser encontrado.

O problema é que o salmão vendido no Brasil costuma vir de criações no Chile em que o peixe se alimenta de rações pobres em ômega 3 (o nutriente protetor) e riquíssimas em ômega 6 (que tem efeito inflamatório). Ainda são adicionados corantes no peixe para ficar com a carne avermelhada. Portanto, evite.

Se você quer esta proteger é melhor usar e abusar das sardinhas.

A sardinha está mais abaixo na cadeia alimentar, se alimenta de plâncton, e por isso fica mais protegida de estar contaminada por mercúrio, como ocorre com o salmão e o atum. Fora que é muito mais barata e, a meu ver, igualmente deliciosa.

Por isso, ela faz parte do meu Plano Alimentar especialmente desenhado para os homens que estão em busca de saúde de ferro e ao mesmo tempo não querem adoecer o bolso com a vida saudável.

Se você tem interesse em saber mais sobre este plano e este programa, continue aqui comigo.

E para finalizar o nosso encontro de hoje, sugiro que você assista a este vídeo abaixo que gravei especialmente para aqueles que acham que os 40 anos marcam o início da “descida da ladeira” – literalmente falando.

Alto lá.

Você não precisa aposentar nenhuma parte do seu organismo por causa da idade.

É sobre isso que eu falo e para amanhã, às 8h, eu trago informações inéditas sobre um fruto, tido como proibido, mas que deveria ser obrigatório no cardápio daqueles que não querem dar cartão vermelho para a impotência.

Para aqueles que preferirem, transcrevo aqui o conteúdo do vídeo acima:

 Vou te dizer uma coisa que compartilho com os meus pacientes: já existe uma tecnologia segura e acessível, capaz de manter a sua idade biológica menor do que a cronológica.

 Sabe qual é o maior problema associado ao envelhecimento cronológico do homem?

 Acertou quem pensou em DISFUNÇÃO ERÉTIL.

 A Disfunção Erétil nada mais é do que um dos resultados da queda do hormônio chamado TESTOSTERONA.

 E é a partir dos 40 anos que esse hormônio vai diminuindo. Cerca de 2% ao ano, tá?

 Quer saber a ótima notícia? Por mais que esse processo seja natural do organismo, é possível atuar sobre ele.

 Sou pós-graduado em medicina preventiva e regenerativo. Ou seja, minha maior preocupação é prevenir essa deficiência e ajudar você a atuar positivamente na sua qualidade de vida.

 Isso quer dizer que é possível aumentar a produção da testosterona por meio da alimentação e do balanceamento hormonal.

 Se você já se fez estes questionamentos:

– Por que minha ereção está menos consistente?

– Por que não tenho o mesmo desejo sexual de anteriormente?

– O que aconteceu com minha resistência física?

 Há algo a ser feito. Melhor ainda: há algo que pode – e deve – ser feito.

 A hora é agora.

 Espero você amanhã!