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Dr. Victor Sorrentino e um aviso urgente sobre os medicamentos

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Doutor Victor Sorrentino

Especialista: Doutor Victor Sorrentino

Médico e Autor do livro "Segredos Para Uma Vida Longa"

6 janeiro 2020

Médico e Autor do livro "Segredos Para Uma Vida Longa"

Aos 27 anos, eu era só um sintoma.

E a medicina, para mim, uma forma de remediar a doença.

Ser um paciente me tornou um médico melhor.

E é para te apresentar um novo caminho que eu te convido a estar comigo.

Meu nome é Victor Sorrentino. Sou médico, palestrante internacional, escritor e autor do livro “Segredos Para Uma Vida Longa”.

Estou há algum tempo trabalhando diariamente para te aproximar da saúde de verdade, com a adoção de ações com potencial de salvar vidas e resgatar sonhos.

Então, é provável que você já tenha visto algum vídeo meu na internet ou nas redes sociais.

Sou muito grato a todos os meus seguidores e fãs virtuais.

Apesar dessa experiência, foi na vida real que eu encontrei o grande ponto de virada na minha trajetória.

Quando olho no retrovisor e vejo o Victor no início da carreira… eu quase nem me reconheço.

Sou muito grato a todos os meus mestres. Entretanto, eu percebi que precisava trilhar outra linha de conduta quando eu saí do posto de médico e me tornei paciente.

Digo isso porque foi aí que eu senti ser urgente encontrar outra saída para cuidar de mim. Saída esta muito além dos comprimidos.

No auge da juventude e da doença

Era para eu estar no auge da juventude. Mas todo dia, eu sentia uma grande dificuldade para me concentrar, percebia cada vez mais ser impaciente, agitado e sem conseguir focar no que era realmente importante.

Tantos altos e baixos me deixavam esgotado, física e emocionalmente.

O que estava acontecendo comigo?

Pois é. Junto com o diagnóstico TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) veio a receita de Ritalina, um remédio que conquistou certa fama nos últimos anos e é da mesma categoria das anfetaminas.

Logo comecei a experimentar os efeitos colaterais deste fármaco: uma tristeza, semelhante à depressão – e muita dificuldade para dormir.

Eu já ostentava quatro remédios em minha farmácia particular: anfetamina, antidepressivo, ansiolítico e omeprazol (já que tantas drogas estavam ferindo meu estômago e levando a um quadro de gastrite).

Diante disso, pensava: se estou assim antes dos 30, o que será de mim aos 60?

Compartilho isso hoje porque talvez você se sinta desta maneira. E quem sabe você também esteja resignado, sentindo que será sempre assim.

Mas isso acaba hoje.

Eu te proponho uma virada, pois é seguro dizer que não precisa ser desta forma.

Viver doente não é uma sentença! Você só precisa ser guiado por um novo caminho

[Vazou] O Ranking dos 7 Remédios Mais Letais

Tivemos acesso a um ranking que desmascara os 7 remédios mais perigosos que ameaçam a sua saúde. A chance de você ter pelo menos 4 deles na sua gaveta HOJE é muito grande. Saiba de tudo agora.

Uma simples medicação pode ser a origem de uma doença

Digo isso porque há quase dez anos, eu também não sabia que saúde é muito diferente de medicalizar a doença.

Para falar a verdade, naquela época, eu sequer podia imaginar que uma simples medicação poderia ser a origem de um problema de saúde.

Porque pensar que o remédio adoece parece muito contraditório, não é?

A verdade é que nem todo mundo sabe disso mas, a real, é que a forma como os fármacos são usados hoje acarretou muito mais problema do que solução.

Em um artigo publicado no renomado Journal of the American Medical Association (JAMA), a pesquisadora Barbara Starfield chamou a atenção para dados alarmantes.

Só nos Estados Unidos, onde as estatísticas são muito mais seguras, 98 mil pessoas morrem todos os anos devido a erros que incluem efeitos adversos de medicamentos.

Pois é: 268 mortes por dia. Por conta dos efeitos colaterais.

Uma mão com três pílulas

Nos Estados Unidos 98 mil pessoas morrem anualmente por conta dos efeitos colaterais

A maioria de nós é ensinado a tomar religiosamente as medicações, mas quase nada é dito sobre o risco que se corre em só apostar nos químicos como forma de autocuidado.

Veja, eu escolhi ser médico, inspirado pelo meu pai, para ajudar pessoas.

Fiz cirurgia geral, depois cirurgia plástica, foram anos de dedicação, empenho e estudo, e mesmo com todo este conhecimento, eu fui adoecendo mais e mais.

Apesar de estar cercado das maiores autoridades médicas no assunto, entendi que era encarado só como um sintoma. Uma doença.

A anfetamina não trazia o efeito desejado e em resposta a isso, a dosagem só aumentava, bem como os efeitos colaterais e a necessidade de novos medicamentos para apaziguá-los, como no caso do Omeprazol.

Como eu disse, eu já usava 4 remédios controlados. Todos os dias.

E você tem ideia do que os remédios controlados, como os antidepressivos, podem causar?

Um estudo da Universidade de Auckland mostrou que o uso prolongado dessas drogas (entre 3 e 15 anos) pode causar vício, efeitos graves de abstinência, problemas sexuais e ganho de peso.

Alguns medicamentos, como os benzodiazepínicos, podem até ter relação com o Alzheimer.

Ao mesmo tempo, poderosos setores lucram com esta conduta de só medicalizar: só essa classe de medicamentos movimenta algo em torno de R$ 3,4 bilhões de reais, de acordo com uma pesquisa da IMS Health.

Entende o tamanho do buraco e por que você só escuta falar de remédio, remédio, remédio?

Claro que eu jamais iria recomendar para você abandonar um tratamento ou parar de tomar remédio por conta própria.

O uso pontual de algum químico pode sim ter valor e serventia… mas te garanto que não é a solução definitiva e absoluta.

Eu não virei a página da minha vida por causa de uma caixa vendida na farmácia e isso vale para qualquer doença. Depressão, pressão alta, dor nas costas, fadiga, enxaqueca.

Um caminho novo para os seus sintomas

Meu propósito é te apresentar um caminho novo, que vai atuar na causa do adoecimento e te devolver a vida que a doença roubou.

Porque, por vezes, você só não está usando as melhores armas por não conhecê-las, entende?

Quer um exemplo? Sabe o óleo de peixe, tão simples e singelo? Pois então, o ômega 3 tem relação direta com o tratamento da depressão e é um combustível de qualidade para o seu cérebro.

Uma meta-análise publicada na revista científica Nature revisou 26 estudos desde 2017, com mais de 2.160 participantes, e chegou a uma conclusão surpreendente.

Uma suplementação rica no componente EPA (ácido eicosapentaenoico), presente no ômega 3, teve efeitos positivos sobre os sintomas da depressão, superiores ao placebo.

E o melhor: sem efeitos colaterais, algo que é muito comum no tratamento medicamentoso da depressão.

Segundo os pesquisadores, com menos de 500 mg ao dia de ômega 3 (EPA) já é possível combater a depressão e seus principais sintomas.

Você sabia disso? É sobre isso e muito mais que vamos conversar agora.

Estaremos juntos.

E será um prazer dividir as histórias com você.

Referências bibliográficas

  • Liao, Y., Xie, B., Zhang, H. et al. Efficacy of omega-3 PUFAs in depression: A meta-analysis.  Transl Psychiatry 9190 (2019)
  • Starfield B. Is US Health Really the Best in the World? JAMA. 2000;284(4):483–485.
Doutor Victor Sorrentino

Especialista: Doutor Victor Sorrentino

Médico e Autor do livro "Segredos Para Uma Vida Longa"

6 janeiro 2020

Médico e Autor do livro "Segredos Para Uma Vida Longa"