A doença que mais ameaça o seu patrimônio

A saúde financeira de Valfredo Alvarenga foi construída por uma rotina doente.

Horas extras, jornadas aos sábados e lanches rápidos entre um expediente e outro. Tudo temperado com muito estresse e nada de exercício físico. Logo ali, no futuro próximo, estava a projeção do descanso e do desfrute. Em dois meses, férias com a mulher e com o filho. Conforto com o dinheiro a mais acumulado.

Mas, aos 48 anos, o coração deste pai de família não aguentou o ritmo imposto por sua função como prestador de serviço.

Valfredo ingressou para a estatística de infartados do Brasil antes de assoprar 60 velas no bolo do aniversário, assim como 44% dos 30 mil homens que, apenas no segundo semestre de 2015, deram entrada nos hospitais do País por colapso cardíaco.

Os dados exclusivos – resultantes do meu levantamento no banco oficial de registros do Ministério da Saúde – mostram que este grupo etário já está com o sistema cardiovascular em perigo, apesar da medicina considera-lo jovem para um infarto.

Nestes casos, as artérias entupidas que resultam na “pane” dos batimentos dentro do peito provavelmente estão associadas a outro descompasso epidêmico, que culmina no desgaste precoce do corpo.

Um alerta: em Valfredo, a sequela foi no coração, mas este problema pode ter manifestação em qualquer parte do organismo, na forma de dores ou alterações neurológicas, além de estar associado a muitos casos de câncer.

Hoje, amigo leitor, divido com você as estratégias efetivas para eliminar esta doença contemporânea que já figura como uma ameaça real ao seu patrimônio, por projetar gastos não calculados e, principalmente, por impedir o aproveitamento pleno dos seus investimentos.

Quando não combatida, ela deixa no alvo, até mesmo, os que investem no Tesouro Direto, têm um plano sólido para aposentadoria e compram ações nos momentos de crise para vender em épocas de bonança.

Chegou a hora de falar sobre a epidemia da “ingerência com a própria saúde” e de auxiliar a sair do alvo desta doença que não poupa até os poupadores nota 10.

O início e os meios

Não é possível precisar o início da infestação de negligentes com o “patrimônio saúde”.

Você deve ser um deles, meus amigos quase todos são.

O fato é que predomina a convenção de que ser saudável, na verdade, é resolver a doença quando ela aparece. Parece estar mais protegido – e prevenido – aquele que investe recursos para conseguir sanar, de forma rápida, o imprevisto.

É assim que somos regidos para contratar o nosso plano de saúde. Provavelmente, você paga religiosamente a mensalidade porque não quer ter de arcar com diárias de R$ 5 mil reais caso precise de uma UTI, certo?

E para não precisar da UTI, qual é o seu plano?

Pois é…

Já no início da década de 1980, as causas deste fenômeno que nos fez deixar a prevenção para segundo plano começaram a ser analisadas. Em algumas análises, a dinâmica do processo está associada à publicidade das indústria farmacêutica.

No artigo “Estratégias mercadológicas da indústria farmacêutica e o consumo de medicamentos”, o autor José C. Barros escreveu que, entre as táticas para o lucro, houve a “difusão generalizada da ideia do medicamento como solução”.

Com isso, continua Barros, “ao prescreve-lo, o médico satisfaz as próprias expectativas e as do paciente. O momento mais importante da consulta passou a ser o da prescrição”.

Numa inversão de lógica, remediar ficou melhor do que prevenir.

Transferimos das nossas mãos para as de terceiro (ou para uma pílula) a administração da nossa saúde que, só será olhada ou planejada, em momentos de turbulência.

(Antes de continuar, uma pausa sobre o faturamento da indústria farmacêutica nestes tempos de crise:

Matéria recente do Valor Econômico: Venda de medicamentos no país surpreende e cresce 12% no trimestre.

Faturamento descrito foi de R$ 10,7 bilhões.

Voltando…)

Cronologicamente alterado

Até o ‘crash’ do corpo, mantemos hábitos que transformam o coração, o cérebro e o sistema circulatório em bombas relógio envelhecidas.

“No documento, a idade que aparece é uma. Mas os exames clínicos mostram que obesos, sedentários, fumantes e estressados têm resultados de pessoas muito mais velhas do que a realidade cronológica, com comprometimentos orgânicos reais”, explica o médico urologista, Dr. Rodrigo Pagani.

O organismo, portanto, fica cronologicamente alterado e vulnerável, mas quase sempre vestido por uma falsa capa de super-herói.

“Comigo nunca, jamais”, pensava Valfredo antes de infartar.

A boa notícia é que os especialistas e as pesquisas científicas encaram que vivemos um momento de virada, com a possibilidade real de transformação dos indicadores de doença em patrimônio de saúde.

“Os momentos de crise coincidem com reflexão sobre prioridades. Já há uma disseminação de que a terceirização do autocuidado resultou em uma relação desigual e não tão boa entre os médicos e os pacientes, afirma Dr. Leonardo Aguiar, médico que criou um novo conceito de saúde, chamado co-criação, que amplia a participação do paciente nas decisões de saúde.

A metodologia foi escolhida pela NASA como um dos preceitos da medicina do futuro.

“Parece agora ser a hora da virada, em especial para as pessoas que estão abertas a tornarem-se responsáveis pela própria saúde. É isso que inverte a lógica da doença, aumenta o bem-estar e amplia a sobrevivência”, completa Leonardo que vai compartilhar seus conhecimentos e sua experiência também com os leitores Jolivi.

Para isso amigos, primeiro é preciso detectar quais fatores de risco precisam de intervenção imediata. E depois romper com alguns paradigmas que ainda pairam sobre estes mesmos hábitos, impedindo que sejam alterados.

Tempo, tempo, tempo

Um fator que ameaça o seu ‘patrimônio saúde’ é a relação com o tempo.

Não fumar, fazer exercícios com regularidade e ter alimentação com nutrientes essenciais promovem proteção imediata. Não é poupança para o futuro. Prova disso é que fazer o inverso, pode resultar em antecipação de problemas.

Fiz uma pesquisa nos informes do Ministério da Previdência Social e estão lá, escancarados, os dados de auxílio-doença, concedidos para as pessoas que tiveram a carreira interrompida em idade economicamente ativa e no auge da produção.

Somente em seis meses foram 76.579 afastamentos computados por câncer (neoplasias). Outros 44.034 por depressão.

AFASTAMENTOS GERAIS
2015 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Total 1º semestre
Neoplasias 11.580 11.005 15.419 12.805 12.562 13.201 76.572
Depressão 6.688 6.298 8.600 7.274 7.319 7.855 44.034
Drogas 2.895 2.980 4.055 3.576 3.398 3.480 20.384
Coração 2.200 2.139 2.805 3.290 2.283 2.428 15.145
Obesidade 1.127 1.032 1.504 1.014 882 957 6.516
Diabetes 701 754 1.076 857 859 895 5.142
AIDS 528 569 819 694 675 675 3.960

fonte: Ministério da Previdência Social

Se olharmos só para a obesidade, podemos encontrar um outro efeito negativo da nossa atual relação com o tempo.

Entre 2012 e 2015, na comparação do primeiro semestre, há um aumento de 31,2% dos afastamentos concedidos somente em decorrência dos quilos em excesso.

Mas já reparou como as pessoas sempre estão sem tempo para começar os exercícios físicos e o controle alimentar?

“A obesidade está consolidada hoje como o principal fator de risco da população, associada às doenças que mais matam os brasileiros”, afirma Dr. Roberto Franco do Amaral Neto, clínico geral, especialista na área laboratorial e investigador do poder dos nutrientes.

“Mas há uma disseminação errada sobre o que é preciso fazer para perder peso, com receitas de dietas que excluem alimentos e compostos essenciais, ressaltando modelos que não dão certo”, reforça ele que também vai dividir com os leitores Jolivi as estratégias nutricionais comprovadamente influentes no bom funcionamento do organismo.

Para te ajudar, Dr. Roberto fez uma investigação e identificou 8 fatores surpreendentes, presentes na sua rotina e que minam o emagrecimento.

Todos eles estão neste relatório especial, com explicações contundentes para ajudar na briga contra a obesidade. Isso porque, até mesmo o seu aparelho celular pode comprometer a briga contra balança e a eliminação, definitiva, da perigosa barriga de chope CLIQUE AQUI PARA LER).

4 passos emergenciais

Saber que sua alimentação é a chave para uma vida saudável, que imuniza a sua conta bancária, é a primeira estratégia para a construção do patrimônio saúde.

Nossos consultores alertam ainda que é preciso iniciar a mudança hoje. Imediatamente. Agora.

Como?, você me pergunta.

Dr. Leonardo Aguiar indica os 4 passos emergências para quem quer evitar que problemas de saúde inesperados te levem à falência.

1) Insira três frutas na sua alimentação diária (são só três, não é difícil, vai?)

2) Se empenhe para ter sempre 5 cores no prato (muito amarelo, por exemplo, é excesso de carboidrato, o que pode abrir as portas para o diabetes)

3) Troque todas as bebidas (suco – incluindo naturais -, refrigerantes etc) por água. Nunca beba durante a refeição.

4) com relação aos exercícios físicos saiba que é preciso caminhar 10.000 passos por dia ou subir 7 lances de escada.

Ou seja:

– Vá a algum compromisso do dia a pé

– Substitua duas viagens de elevador por escadas.

Reversão e resort

Outra sugestão da nossa equipe é continuar acompanhando diariamente a Jolivi, seu novo canal eletrônico de saúde natural que apresenta os métodos simples, efetivos e cientificamente testados como protetores do corpo e da mente.

Meu compromisso é ser a ponte das informações especializadas, profissionais e científicas para fazer com que sua leitura semanal proporcione a adoção de hábitos que ampliem a sensação de bem-estar, podendo também reverter alguns danos já desencadeados pela rotina nociva.

Se você ainda não está convencido e chegou até aqui preocupado com bolso, a análise do livro The cost disease feita pela equipe do Saúde business, talvez agregue mais um argumento. Está lá: mudar o estilo de vida pode resultar em uma economia mundial de custos médicos de até U$ 2 trilhões nos próximos sete anos.

Mas, se o motivo da sua leitura até este ponto é o anseio por notícias de Valfredo Alvarenga que, lá no início da nossa conversa teve os planos interrompidos por um infarto, aí vão as atualizações.

– Valfredo passou a comer frutas e legumes, rejeitados durante toda a sua vida. Incluiu os peixes no cardápio e descartou os embutidos.

– Ele também faz caminhadas e nunca mais fez hora extra aos finais de semana. Diz que, com isso, não teve nenhuma mudança em seu padrão de vida.

– Aos 50 anos, construiu o primeiro patrimônio de saúde.

– Voltou recentemente de férias.

– O filho e a mulher adoraram o resort na Costa do Sauipe.

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Cuide-se,