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Chá para diabetes: 3 ervas para controlar a glicemia

Maior Menor

A natureza é sempre o melhor caminho para auxiliar a cura, não é mesmo?

Por isso, trazemos 3 dicas de chá para diabetes para todos aqueles que desejam outras alternativas além dos tratamentos tradicionais com remédios sintéticos.

É como pensarmos que o diabetes é uma doença irreversível, afinal as informações que veiculam pelas mídias tradicionais nos assustam e oferecem métodos limitados.

E nós da Jolivi, que buscamos seguir na contramão desse sistema, viemos informar você sobre ervas benéficas para nosso corpo, aquelas conhecidas como plantas medicinais.

Mas, lembramos que mesmo o chá para diabetes oferecendo grandes melhorias, a combinação com exercícios físicos regulares e uma dieta adequada é extremamente importante para que os resultados sejam mais eficazes!

O ciclo do diabetes

Atualmente, o maior problema dos diabéticos é iniciar um ciclo sem fim com os remédios.

Após a constatação da doença, se inicia o tratamento e indicação da medicação, porém, nem sempre esses tratamentos produzem bons resultados.

Dessa forma, a longo prazo, os remédios deixam de ser eficazes e as doses são aumentadas.

E o ciclo continua: para cada novo sintoma, uma nova pílula. Provocando uma dependência cada vez maior dos químicos e consequentemente, maiores gastos.

A Jolivi não indica a automedicação, tampouco o abandono de tratamento.

Tudo o que é sugerido aqui deve ser discutido com o seu médico de confiança, que deve estar disposto a pensar com você as alternativas de acordo com suas necessidades.

Contudo, aqui buscamos informar sobre soluções naturais e efetivas que estão a seu alcance.

Chá para diabetes são mais facilmente encontradas, além de proporcionarem redução nos custos do tratamento de pacientes diabéticos.

As plantas medicinais, aqui utilizadas em chá para diabetes, são terapias que atuam conjuntamente com terapias convencionais.

Portanto, antes de te apresentarmos 3 plantas mais indicadas no chá para diabetes, é urgente que falemos também sobre os efeitos colaterais dos remédios antidiabéticos.

Um ingrediente anti-diabético no churros?

churros com cobertura de chocolate

Neste delicioso doce de massa crocante está escondido um ingrediente capaz de acelerar em até 20 VEZES a queima de açúcar no seu sangue.

Saiba aqui como sentir seus benefícios e riscar o Diabetes da sua vida.

Os efeitos colaterais dos remédios para diabetes

O diabetes se categoriza como um distúrbio crônico, afetando o metabolismo de absorção de carboidratos, gorduras e proteínas devido a deficiente secreção de insulina.

Ou seja, o diabetes é uma condição onde o organismo perde parcialmente o poder de “queimar” os açúcares dos alimentos ingeridos. E por isso, o açúcar que não é queimado acumula-se no sangue e não se transforma em energia.

Os tratamentos convencionais para esses sintomas em geral são realizados com remédios sintéticos como por exemplo a Insulina, Metformina, Glibenclamida, Glimepirida e Liraglutida.

Entretanto, além do ciclo sem fim que já citamos neste artigo, estes remédios podem causar efeitos colaterais como aumento ou perda de peso, náuseas, diarreia e hipoglicemia.

Estudos acadêmicos também buscaram entender possíveis relações entre a utilização da insulina no controle de glicemia com o aumento de incidência de casos de infarto.

Como é caso do estudo ACCORD, realizado pelo governo do Reino Unido, que concluiu não ser recomendável utilizar estratégias tão intensivas de tratamento glicêmico em pacientes com alto risco cardiovascular, devendo-se adotar metas mais modestas.

Não é estranho que uma medicação vendida para te proteger, na verdade, pode acelerar a sua morte?

Outro estudo realizado em 2010, pela agência de regulação dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) também decidiu investigar uma droga muito indicada para quem tem diabetes, o Avandia.

Segundo a pesquisa, entre 1999 e 2007, estima-se que o Avandia tenha protagonizado mais de 83 mil ataques cardíacos.

Além disso, ele estava relacionado a um risco de 43% maior de ataque cardíaco e 64% de morte por risco cardiovascular em comparação com pacientes tratados com outros métodos.

É um preço muito caro por uma doença que poderia ser tratada também de forma mais branda e natural.

Não queremos te assustar ou causar alarde. Nossa intenção é mostrar que o caminho dos remédios sintéticos não é o único para tratamento do diabetes.

Dito isso, falaremos agora sobre as plantas medicinais mais indicadas para se fazer receitas de chá para diabetes.

As receitas desses chás para diabetes mostraram efeitos muito poderosos para baixar o açúcar no sangue, controlar o peso e ainda estimular as atividades das células pancreáticas.

Chá para diabetes: como as ervas auxiliam?

As ervas naturais são utilizadas nas curas de doenças desde os primórdios da humanidade, as gerações passadas de nossas famílias desde sempre transmitiram os conhecimentos sobre as plantas e suas potencialidades curativas.

O uso de plantas naturais como terapia alternativa é muito difundido em nosso país, isso se deve, principalmente, devido a grande parte da população não ter acesso à assistência médica ou condições de bancar o alto custo dos tratamentos convencionais.

Alguns estudos acerca das plantas medicinais vêm sendo realizados para tentar compreender quais são os mecanismos de ação e princípios ativos das plantas, entre elas as que exercem efeito hipoglicemiante.

Os resultados mostram que esses mecanismos auxiliam na diminuição da absorção de glicose no intestino, além de atuarem sobre células do pâncreas com estimulação na secreção de insulina e também na proteção do pâncreas contra o efeito dos remédios sintéticos.

Listamos abaixo 3 plantas indicadas para se preparar um poderoso chá para diabetes, suas características medicinais e seus modos de preparos.

Graviola

Fruta que diminui a glicemia, protege o fígado e auxilia o trabalho do pâncreas

uma graviola inteira e outra metade em um cesto de palha e suco de graviola que ajuda a controlar a glicemia naturalmente

Suco de graviola é uma ótima opção para quem é diabético e deseja controlar a glicemia naturalmente

A graviola, cujo nome científico é Annona muricata, você já deve conhecer. Ela tem a casca verde espinhosa, polpa branca e grandes sementes pretas, e o seu sabor agridoce é propício para o preparo de sorvetes e geleias.

Do ponto de vista medicinal, tanto o seu fruto quanto suas folhas, sementes e até tronco, são usados para o combate ao diabetes.

Em um estudo realizado na Nigéria, ratos diabéticos foram injetados com extrato de graviola por duas semanas. Aqueles que receberam o extrato tiveram níveis de açúcar no sangue cinco vezes menores do que o grupo não tratado.

Outro estudo, realizado em Camarões, mostrou que a administração de extrato de Graviola em ratos diabéticos reduziu os níveis de açúcar no sangue em até 75%.

As folhas da graviola ainda têm outras funções benéficas para os diabéticos, como a ação protetora do fígado. Pois a graviola tem o poder de frear e tratar as lesões que o diabetes pode provocar no órgão.

Além disso, um estudo realizado pela Universidade Federal da Bahia, demonstrou que o óleo extraído das sementes de graviola protegeu as células que produzem a insulina naturalmente.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem como função transportar o açúcar para dentro das células para gerar energia. Ela é a chave que abre a fechadura das células, aliviando a quantidade de açúcar na corrente sanguínea.

Portanto, a graviola tem esse poder de controlar a glicemia naturalmente e ainda melhora a sensibilidade insulínica do organismo humano.

Modo de consumo da graviola

Para preparar seu chá para diabetes com graviola você vai precisar de uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água.

Atenção: o uso da graviola não é recomendado para pacientes com Parkinson. Isso porque, em caso de uso prolongado da planta, pode haver perda de serotonina e dopamina, substâncias carentes em pessoas nessas condições.

No entanto, a fruta é segura para a maioria das pessoas, desde que sejam respeitadas as quantidades in

Melão-de-São-Caetano

Fruta que diminui o nível de glicose do sangue derruba a glicose em 48%

Foto de um Melão de são caetano cortado em rodelas em uma mesa

Melão-de-São-Caetano é uma das alternativas naturais de chá para diabetes

Agora que você conheceu a graviola, vamos para a segunda planta perfeita para se fazer um chá para diabetes: o melão-de-são-caetano.

Nativo da Ásia e bastante consumido pela cultura japonesa, a fruta ainda pode levar o nome de bitter melon ou melão amargo.

O que nasce no Brasil costuma ser pequeno, de 3 a 10 cm, com a casca amarela, gomos vermelhos e sabor mais adocicado. Já o nativo da Ásia se parece mais com um pepino: é comprido, com a casca verde rugosa, polpa branca e sabor amargo.

Os dois, no entanto, têm as mesmas propriedades medicinais: são capazes de derrubar os índices de açúcar no sangue.

Existem mais de 200 trabalhos que relatam a ação do melão-de-são-caetano sobre o controle da glicemia. Um destes estudos, realizado na Índia, mostrou que o fruto reduziu a glicemia em até 48% em jejum. Além disso provou que o melão não apresenta toxicidade, portanto, pode ser consumido como alimento com segurança.

Na Universidade de Colombo no Sri Lanka, uma outra pesquisa chegou a um resultado impressionante: o suco dessa fruta diminuiu o nível de glicose em 73% dos diabéticos da terceira idade que participaram do estudo.

Assim como a graviola, o melão-de-são-caetano também estimula as células pancreáticas, responsáveis pela
produção da insulina. Por isso, é também uma planta milagrosa que age na causa raiz do diabetes.

Modo de consumo do melão-São-Caetano

Para tratamento do diabetes, é possível consumir o melão-São-Caetano como chá e suco.

No chá para diabetes, utilize uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água.

Para o suco, utilize dois melões pequenos ou a metade de um grande e bata com água.

Beba uma vez ao dia, de preferência pela manhã.

Carqueja

Planta que protege o fígado e derruba o açúcar do sangue

A planta característica por seu caule triangular age na proteção do fígado, da vesícula, fortalece a digestão e ainda tem função analgésica.

Os pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais testaram a planta em ratos diabéticos e constataram a queda da glicemia após 7 dias de tratamento.

A Carqueja cresce espontaneamente em muitos lugares do Brasil, é muito comum em terrenos, locais abandonados e barrancos.

Também pode ser encontrada facilmente em lojas naturais ou adquiridas pela internet.

Modo de consumo da carqueja

Para o chá de carqueja, utilize uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água.

Ao comprar as folhas, sempre fique atento à qualidade. Mesmo secas, opte por folhas com boa aparência e não estejam muito escuras.

Espero que você tenha aproveitado este conteúdo e que esteja convencido que há sim um outro caminho para tratar o diabetes de forma natural.

Uma dessas ótimas maneiras é consumir chá para diabetes e não sofrer com os efeitos colaterais dos medicamentos.

Aproveite as plantas medicinais.

Comente e compartilhe a sua experiência com as plantas medicinais.

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