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3 chás para controlar a glicemia naturalmente

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Na sua opinião, o diabetes é uma doença incurável?

É compreensível que as pessoas tenham a visão de que o diabetes é uma doença eterna e irreversível porque o único caminho que é divulgado nas mídias para superá-lo é aquele com remédios sintéticos.

O grande problema que não te contam é que os medicamentos podem até tratar os sintomas, mas nunca as causas reais desta doença metabólica. E o resultado? Você fica refém da medicação e dos tratamentos convencionais.

Porém, hoje vim te apresentar que é possível ter um desfecho diferente e curar o diabetes se você tiver a disciplina de se dedicar e estudar sobre as plantas medicinais.

O ciclo do diabetes

Atualmente, o maior problema dos diabéticos é que eles entram em um ciclo que não tem fim: a pessoa desenvolve a doença, começa a tomar o remédio que controla a glicose. Fazem tudo certinho, porém sem sucesso. Diante dessa situação, o médico aumenta a dosagem dos remédios que, em consequência, provocam efeitos colaterais no fígado, na tireoide ou consequências ainda mais graves.

E o ciclo continua: para cada novo sintoma, uma nova pílula. E assim por diante.

A Jolivi não indica a automedicação, tampouco o abandono de tratamento. Tudo o que é tratado aqui deve ser discutido com o seu médico de confiança, que deve estar disposto a pensar com você as alternativas mais eficazes para sua saúde.

Porém, é preciso saber que as soluções naturais e efetivas existem e estão a seu alcance. Muitas vezes elas são até mais baratas e seguras do que os remédios e incrivelmente mais potentes.

Portanto, antes de te apresentar as três plantas mais indicadas para controlar e até reverter o diabetes, é urgente que eu fale sobre os efeitos colaterais dos remédios antidiabéticos, como as injeções de insulina.

Os efeitos colaterais dos remédios para diabetes

Um dos principais efeitos colaterais da insulina é a hipoglicemia que pode ser bastante perigosa, podendo causar desmaio e até coma se não for tratada rapidamente.

O governo do Reino Unido se propôs a avaliar o uso da insulina sintética. Segundo estudo batizado de Accord, foram mais de 10 mil pacientes analisados e os pesquisadores concluíram que quem usa mais insulina tem mais risco de infarto.

Não é estranho que uma medicação vendida para te proteger, na verdade, pode acelerar a sua morte?

E não para por aí.

Em 2010, a agência de regulação dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) também decidiu investigar uma droga muito indicada para quem tem diabetes, o Avandia.

Segundo a pesquisa, entre 1999 e 2007, estima-se que o Avandia tenha protagonizado mais de 83 mil ataques cardíacos. Além disso, ele estava relacionado a um risco de 43% maior de ataque cardíaco e 64% de morte por risco cardiovascular em comparação com pacientes tratados com outros métodos. É um preço muito caro por uma doença que poderia ser tratada de forma mais branda e natural.

Meu propósito aqui não é te assustar ou causar alarde. É te mostrar que o caminho dos remédios sintéticos não é o único para tratamento do diabetes. Tem outras rotas para perseguir.

Dito isso, listo agora as três plantas medicinais que mostraram efeitos muito poderosos para baixar o açúcar no sangue, controlar o peso e ainda estimular as atividades das células pancreáticas. Isso sem, jamais, te colocar na linha de tiro e no alvo da morte precoce ou de um ataque cardíacos.

Vamos juntos?

Graviola diminui a glicemia e auxilia o trabalho do pâncreas

A graviola, cujo nome científico é Annona muricata, você já deve conhecer. Ela tem a casca verde espinhosa, polpa branca e grandes sementes pretas, e o seu sabor agridoce é propício para o preparo de sorvetes e geleias.

Do ponto de vista medicinal, tanto o seu fruto quanto suas folhas, sementes e até tronco, são usados para o combate ao diabetes.

Em um estudo realizado na Nigéria, ratos diabéticos foram injetados com extrato de graviola por duas semanas. Aqueles que receberam o extrato tiveram níveis de açúcar no sangue cinco vezes menores do que o grupo não tratado.

Outro estudo, realizado em Camarões, mostrou que a administração de extrato de Graviola em ratos diabéticos reduziu os níveis de açúcar no sangue em até 75%.

Além disso, as folhas da graviola ainda têm outras funções benéficas para os diabéticos, como a ação protetora do fígado. Ou seja, a graviola tem o poder de frear e tratar as lesões que o diabetes pode provocar no órgão.

Um estudo realizado pela Universidade Federal da Bahia, demonstrou que o óleo extraído das sementes de graviola protegeu as células que produzem a insulina naturalmente.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem como função transportar o açúcar para dentro das células para gerar energia. Ela é a chave que abre a fechadura das células, aliviando a quantidade de açúcar na corrente sanguínea.

Portanto, a graviola tem esse poder de controlar a glicemia naturalmente e ainda melhora a sensibilidade insulínica do organismo humano.

Modo de consumo da graviola

Dê preferência ao uso do chá da graviola. Para prepará-lo, utilize uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água.

Atenção: o uso da graviola não é recomendado para pacientes com Parkinson. Isso porque, em caso de uso prolongado da planta, pode haver perda de serotonina e dopamina, substâncias carentes em pessoas nessas condições.

No entanto, a fruta é segura para a maioria das pessoas, desde que sejam respeitadas as quantidades indicadas acima.

Melão-de-São-Caetano derruba a glicose em 48%

Agora que você conheceu a graviola, vamos para a segunda planta que aniquila a causa raiz do diabetes: o melão-de-são-caetano.

Nativo da Ásia e bastante consumido pela cultura japonesa, a fruta ainda pode levar o nome de bitter melon ou melão amargo.

O que nasce no Brasil costuma ser pequeno, de 3 a 10 cm, com a casca amarela, gomos vermelhos e sabor mais adocicado. Já o nativo da Ásia se parece mais com um pepino: é comprido, com a casca verde rugosa, polpa branca e sabor amargo.

Os dois, no entanto, têm as mesmas propriedades medicinais: são capazes de derrubar os índices de açúcar no sangue.

Existem mais de 200 trabalhos que relatam a ação do melão-de-são-caetano sobre o controle da glicemia. Um destes estudos, realizado na Índia, mostrou que o fruto reduziu a glicemia em até 48% em jejum. Além disso provou que o melão não apresenta toxicidade e que pode ser consumido como alimento com segurança.

Na Universidade de Colombo no Sri Lanka, uma outra pesquisa chegou a um resultado impressionante: o suco dessa fruta diminuiu o nível de glicose em 73% dos diabéticos da terceira idade que participaram do estudo.

Assim como a graviola, o melão-de-são-caetano também estimula as células pancreáticas, responsáveis pela
produção da insulina. Por isso, é também uma planta milagrosa que age na causa raiz do diabetes.

Modo de consumo do melão-São-Caetano

Para tratamento do diabetes, é possível consumir o melão-São-Caetano como chá e suco. Para o chá, utilize uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água. Para o suco, utilize dois melões pequenos ou a metade de um grande e bata com água. Beba uma vez ao dia, de preferência pela manhã.

Carqueja protege o fígado e derruba o açúcar do sangue em 7 dias

A planta característica por seu caule triangular age na proteção do fígado, da vesícula, fortalece a digestão e ainda tem função analgésica.

Os pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais testaram a planta em ratos diabéticos e constataram a queda da glicemia após 7 dias de tratamento.

Modo de consumo da carqueja

Para o chá de carqueja, utilize uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água.

A planta cresce espontaneamente em muitos lugares do Brasil e em muitos terrenos, como locais abandonados e barrancos. Ela também pode ser encontrada facilmente em lojas naturais ou adquiridas pela internet.

Ao comprar as folhas, sempre fique atento à qualidade. Mesmo secas, opte por folhas com boa aparência e não estejam muito escuras.

Espero que você tenha aproveitado este conteúdo e que esteja convencido que há sim um outro caminho para derrotar o diabetes de forma natural.

Comente e compartilhe a sua experiência com as plantas medicinais.