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A verdade sobre a ‘expectativa’ de vida

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Leopoldo Rosa

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7 abril 2021

Head de conteúdo da Jolivi

Com colaboração de Giovanna Tavares

 

Pensar no que você espera para sua vida pode ser uma reflexão e tanto. O mesmo vale para pensar sobre o quanto você espera viver. Anualmente, o IBGE atualiza uma informação demográfica no país chamada de expectativa de vida. Nela, vemos uma média de idade com que as pessoas no Brasil vão morrer. Ok, há estatística envolvida e o dado é feito por especialistas qualificados. Mas ainda sim, pode ser irreal.

 

Isso porque o IBGE, claro, considera expectativa de vida como o tempo entre o nascimento e a data da morte de alguém, mas não prevê a quantidade de pessoas vivas que já abriram mão de uma vida ativa por falta de saúde e também não nos explica o motivo pelo qual tantas outras passam da tal expectativa com a mesma saúde de seus 40 anos.

 

O excesso de medicamentos é apontado por especialistas como um dos motivos para uma expectativa de vida menor. Não a do IBGE. A de verdade. A vida ativa. Um estudo da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, mostrou em 2017 que 94% dos remédios receitados a pacientes idosos levam a risco de queda. E outro, da Universidade de Michigan, mostrou que pacientes que já sofrem de demência não deveriam tomar três ou mais remédios que atuam no sistema nervoso. O motivo? O risco de potencializar problemas como a deterioração da memória.

 

O médico e autor do Protocolo Contra o Câncer, da JOLIVI, Dr. Naif Thadeu, diz que o uso de remédios não precisa ser excessivo para causar danos à longevidade. Basta que seja contínuo. “São muitos prejuízos para nossa qualidade de vida. Você tem remédios que atrapalham a absorção de vitaminas, diminuem o número de mitocôndrias no organismo, causando depressão de coenzima Q10, por exemplo, fora as lesões que causam e se você ler a bula não tem coragem de tomar.”

 

Curiosa vitamina pode induzir células cancerígenas ao suicídio

Cientistas japoneses descobriram que uma simples vitamina, utilizada em grandes quantidades, pode induzir as células cancerígenas ao suicídio. Há boas notícias também a quem está sob tratamento, já que a substância também potencializa os efeitos da quimioterapia em 53%.

O Dr. Naif Thadeu revela tudo aqui

Coenzima Q10 e a longevidade

A coenzima Q10, citada pelo médico, é mais um dos compostos que o organismo deixa de produzir com o envelhecimento. Encontrada em alimentos como nozes, vegetais de folhas verde escura e no abacate, ela também pode ser suplementada como forma de reposição mais eficiente no organismo e colaborar para a longevidade ativa.

 

Descrita pela primeira vez nos anos 1950 e conhecida como coenzima, essa vitamina está presente em todo o nosso organismo e funciona como combustível para as mitocôndrias — que levam energia pelo nosso corpo—, e está muito presente no coração, rins e fígado.

 

Especialistas como o neurocientista Nelson Annunciato afirmam que essa coenzima é uma aliada da memória, uma das capacidades mais afetadas  ao longo do processo de envelhecimento e também pelo uso de medicamentos, além de ter efeito antioxidante e ser responsável por fazer uma varredura de radicais livres no corpo. Os radicais livres são as sujeiras que provocam, entre outras doenças, o câncer.

 

Para o médico Naif Thadeu, é necessário ressignificar o conceito de longevidade. “As pessoas estão morrendo mais tarde e ficando dependentes mais cedo. A gente precisa fazer um re-entendimento de longevidade ativa e independente. Onde o idoso consiga ter tanto independência física quanto psíquica, comportamental e jurídica, ou seja, continuar sendo o dono de toda sua parte econômica e financeira. Não adianta você ter vida, mas estar interditado, se alimentando por uma sonda, ou sem conseguir fazer nem sua higiene pessoal.”

 

Naif também explica que é esse o conceito que deve-se levar em conta ao pensar em expectativa de vida e que um dos compromissos de uma saúde natural e feita a partir de mudanças de hábito, suplementação e alimentação é justamente aumentar a longevidade ativa e independente.

 

“O que se vê na prática hoje é conseguir prolongar a vida de pessoas muito doentes, dependentes. No censo, isso aparece com uma grande vantagem, mas se você vai olhar na prática, essas pessoas estão deixando de ser independentes mais cedo”, ressalta o médico.

 

via GIPHY

 

Vida ativa aos 60 mais perto do que você imagina

 

Para quem imagina que as histórias de longevidade saudável são exceções de quem começou a construir isso ainda na juventude, a história do assinante da JOLIVI, Verus Provenzano desconstrói o mito. Em depoimento à nossa reportagem, ele contou como a saúde natural mudou sua vida aos 60 anos depois de um período em que os limites da vida e da morte ficaram mais nítidos em sua história.

 

“Infartei há 11 anos e tenho três stents e hoje, depois de seguir as recomendações, minha vida é normal. Faço musculação, pego onda, surfo, e trabalho normalmente, não tenho mais dor no peito e só tenho disposição”, conta.

A CONTA da sua falta de energia chegou

Depois dos 50 anos, as pessoas se acostumam a passar os dias no sofá, porque pensam que ter vigor e energia são “coisa de gente jovem”. Mas o que elas nem imaginam é que essa preguiça crônica, dificuldade de respirar ao subir escadas e até as falhas na memória podem ser culpa da falta de um nutriente específico no corpo - algo que acomete a quase todo mundo que passa dos 50.

O Dr. Fernando Scremin explica aqui como reverter essa doença
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