Buscar

10 remédios comuns que podem prejudicar a sua memória

Maior Menor
Dr. Wilson Rondó

Especialista: Dr. Wilson Rondó

Médico Cirurgião Vascular e Nutrólogo

CRM: CRM 47078/SP

14 setembro 2020

Dr. Wilson Rondó é médico formado em cirurgia vascular e especialista em nutrologia. Em seus 33 anos de profissão, já atendeu 20 mil pessoas. Percorreu diversos países pioneiros na visão integrativa do paciente, como França, Alemanha e Estados Unidos, em busca de respostas para o diabetes e a obesidade.

Existem alguns remédios que boa parte das pessoas toma todos os dias, sem nem se preocupar com seus efeitos colaterais. São medicações comuns para problemas também banais e plenamente evitáveis.

A grande questão é nem sempre lemos as letrinhas miúdas das bulas… Ou, às vezes, os dados alarmantes nem estão lá ou ainda não foram descobertos!

Saiba que muito do que você tem na caixinha de remédios pode levar à perda de memória e até a demências, como a doença de Alzheimer!

Para se ter uma ideia, pesquisas divulgadas no JAMA Internal Medicine encontraram uma forte ligação entre o Alzheimer e analgésicos comumente usados.

 

Leitura recomendada

 

Uma delas mostra que tomar um simples analgésico por dia durante três a 12 meses aumenta o risco de demência em 19%.

Já nos casos de uso constante num período de três anos, esses riscos aumentam em 54%. Você tem de concordar que é muita coisa, não é mesmo?

Listei aqui 10 remédios comuns que estão associados à perda de memória e risco de demência:

1 – Analgésicos narcóticos

Aqueles derivados de opioides, geralmente usados para o combate a dores crônicas e severas. Usados por longos períodos, pode influenciar na sua memória.

2 – Relaxantes musculares

Usado para dores musculares e câimbras, também são utilizados irresponsavelmente por pessoas que querem apenas “relaxar”. Uma opção natural é cuidar dos seus níveis de magnésio, que regula cálcio e as contrações musculares.

3 – Remédios para ansiedade e insônia

Ambos influenciam as áreas do cérebro envolvidas em transferir as memórias recentes para memórias de longa duração.

4 – Antialérgicos

Inibem a ação da acetilcolina, que media atividade nos centros de memória e aprendizado no cérebro, podendo levar à perda de memória.

5 – Medicamentos para incontinência

Como no caso anterior, também bloqueiam a acetilcolina, acabando por inibir a memória e os centros de aprendizado.

6 – Drogas para hipertensão

Interferem na ação de químicos “mensageiros” importantes no cérebro, como epinefrina e norepinefrina.

7 – Anticonvulsivos

Seu efeito é a decorrente de interferência no fluxo de sinais do sistema nervoso central. Essa atividade, porém, pode também interferir na memória.

8 – Antidepressivos tricíclicos

Assim como no caso das drogas para hipertensão, bloqueiam químicos importantes, como a norepinefrina e serotonina, podendo prejudicar a memória.

9 – Estatinas

Agem baixando os níveis de colesterol. O problema é que, na verdade, seu cérebro precisa de colesterol para fazer as conexões entre células nervosas.

10 – Remédios para Parkinson

Ativam as vias de sinalização e dopamina, outro químico mensageiro no cérebro. Essa influência pode causar de perda de memória a outros problemas, como confusão mental e sonolência.

Se você usa alguns destes, vale a pena ficar atento se não está passando por nenhum efeito colateral na sua memória. Aqui no site há vários artigos com dicas naturais que podem ajudar.

Mas, atenção: não pare de tomar nenhum medicamento por conta própria nem substitua tratamentos que já esteja fazendo. Antes de qualquer decisão, converse sempre com seu médico. Ele saberá a melhor opção par ao seu caso.

[Vazou] O Ranking dos 7 Remédios Mais Letais

Tivemos acesso a um ranking que desmascara os 7 remédios mais perigosos que ameaçam a sua saúde. A chance de você ter pelo menos 4 deles na sua gaveta HOJE é muito grande. Saiba de tudo agora.

Dr. Wilson Rondó

Especialista: Dr. Wilson Rondó

Médico Cirurgião Vascular e Nutrólogo

CRM: CRM 47078/SP

14 setembro 2020

Dr. Wilson Rondó é médico formado em cirurgia vascular e especialista em nutrologia. Em seus 33 anos de profissão, já atendeu 20 mil pessoas. Percorreu diversos países pioneiros na visão integrativa do paciente, como França, Alemanha e Estados Unidos, em busca de respostas para o diabetes e a obesidade.

Conteúdos Relacionados