O diabetes como oportunidade para uma nova alimentação

Maior Menor

Quanto vale 1 grama de açúcar para você? De verdade, qual é a importância deste pó branco na sua existência? Digo isso porque ao menos 12 milhões de brasileiros são vistos “como coitados” por conviverem com um diagnóstico que, entre outras coisas, acarreta uma restrição importante ao consumo de doces.

Ocorre que este mesmo açúcar é o responsável por fazer com que esta e outras doenças crônicas cresçam de forma avassaladora no mundo, deixando um legado de adoecimentos precoces, causando amputações em especial nos membros inferiores, cânceres, problemas cardíacos e até demência.

Olhando para isso, volto a te perguntar: será mesmo um coitado aquele que restringe o consumo de açúcar?

Uma oportunidade

Não que eu esteja celebrando o diabetes de alguém ou pense que se deparar com qualquer problema de saúde seja um motivo de agradecimento. Mas depois que eu comecei a trabalhar aqui na Jolivi, compreendi que toda a doença pode ser uma oportunidade. É com isso em mente que eu me empenho para produzir o Dossiê Saúde Essencial.

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Porque eu compreendo que quando escolhemos um tema para explorar, de alguma forma, podemos contribuir para apresentar uma nova vida para os nossos leitores. Pensando nisso, fiquei encantada com a definição do Dr. Leonardo Aguiar sobre o que é o diabetes. Para o nosso consultor, diabetes é a condição de saúde que faz a gente parar de consumir “aquilo que todo mundo está acostumado” para nos “nutrirmos só com o que nos faz bem”.

“Precisamos aprender a fazer substituições e não simplesmente diminuir quantidades”, explica Dr. Léo.

Seja você diabético ou não, é bastante importante que saiba que o atual padrão alimentar e os hábitos de vida deixam todo o planeta no alvo desta doença metabólica. Em especial o diabetes tipo 2, que é muito ligado à obesidade, pode surgir em qualquer pessoa, mesmo que ela esteja só com sobrepeso (uns quilinhos a mais) e apresente uma outra condição perigosa, como a pressão alta.

É uma doença ligada diretamente com as escolhas alimentares. Alguns alimentos, mesmo que não tenham o sabor doce, são transformados em açúcar dentro do organismo. Massas, pães, coxinha, barrinha de cereal, suco de frutas, pizzas. O excesso destes tipos de alimentos na corrente sanguínea exige que o pâncreas trabalhe em excesso para dar conta de colocar todo o açúcar para dentro das células por meio do hormônio insulina.

Por este motivo, quanto melhor for nossa alimentação, melhor será a performance do pâncreas, que não ficará mais sobrecarregado. E esta volta à normalidade, quando fazemos algumas trocas alimentares, ocorre mesmo que o seu pâncreas já tenha começado a adoecer.

Em suma: uma boa alimentação (de verdade) diminui NATURALMENTE a glicose no sangue e faz com que você não precise receber insulina de forma artificial. (Se você PRECISA desta ajuda para diminuir a insulina ou perder os quilos em excesso, a videoaula que o Dr. Léo preparou para o Dossiê do mês de agosto está imperdível. Veja mais aqui o que é o Dossiê.

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O que mais ele causa?

Mas é só o pâncreas que fica no alvo deste padrão alimentar nocivo?

Essa foi a pergunta que fiz ao nosso consultor e que esperei ansiosamente pela resposta. Não, não gente. Além de alterar a produção de insulina e decretar a falência do pâncreas, o açúcar em excesso e também os alimentos altamente glicêmicos favorecem a glicação.

Glicação é um processo metabólico que tem relação com a inflamação do organismo e envelhecimento celular. É como se todas as células ficassem caramelizadas. Algumas das complicações trazidas pelo excesso de células glicadas são:

1) Desenvolvimento de catarata;
2) Formação de placas arterioscleróticas;
3) Até diminuição do calibre dos vasos sanguíneos e, consequentemente, lesões renais, infartos e AVCs.

Ou seja. As principais causas de morte dos brasileiros são relacionadas ao nosso comportamento alimentar. Acontece que qualquer doença que tem relação direta com a digestão e com o metabolismo exige um maior entendimento sobre como o nosso corpo entende certos tipos alimentos. E, aqui comigo, por mais que os alimentos industrializados recebam rótulos bonzinhos, te juro, não são eles que vão fazer com que você deixe de ter um organismo glicado.

Mesmo que a torrada seja “8 grãos” ou que a “barrinha de cereal” não tenha glúten, este tipo de produto não resolve o X da questão.  É aí que mora a chave para compreender como fazer as substituições alimentares ao invés de apenas cortar determinados alimentos de sua dieta rotineira.

“Na verdade, a palavra dieta está muito associada à restrição. A maior parte das pessoas entende que, ao fazer dieta, ela simplesmente irá retirar ou contar calorias. E não é bem assim. Nem adianta achar que é só apostar no Diet e Light. Isso não funciona”, fala o nosso consultor.

E o que funciona?

Funciona entender que a alimentação importa. A minha querida tia Cida, que bastante se atenta à sua alimentação, está prestes a retirar as injeções diárias de insulina que aplica em si mesma.

Não é uma notícia boa?

Aqui na Jolivi, já contamos a história de 2 mulheres que saíram do quadro pré-diabetes devido à alimentação, principalmente.

Relembre e inspire-se na história da Iraci, que fez a família toda ficar saudável por conta de sua determinação.

A Tatiana também relata sua história incentivadora. Com uma receita caseira, ela colocou a diabetes, a depressão e a enxaqueca pra correr.

Dr. Léo, que perdeu o pai aos 60 anos por causa da diabetes, fica em um misto de alegria e tristeza quando nos lembra que 9 em cada 10 casos de pré-diabetespoderiam ser evitados com uma mudança de postura. E, por isso, ele se dedicou muito para a produção do Dossiê Saúde Essencial do mês de agosto.

Em sua aula, ele apresentou nada mais nada menos do que 23 ALTERNATIVAS para as pessoas que estão com diabetes e querem reverter este quadro.

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Vou deixar um aperitivo aqui de alimentos que você pode apostar:

– Farinha de maracujá: possui um alto teor de fibras, reduzindo a absorção de glicose;

– Sementes oleaginosas: o consumo destas está inversamente associado ao risco dediabetes tipo 2. Possuem baixo índice glicêmico, alto teor de fibras, magnésio, gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas;

– Aveia: a quantidade de fibras presentes nesse alimento ajuda a manter o nível de glicose no sangue estável;

– Farinha de banana verde: o amido resistente característico desse fruto verde reduz o aumento de glicose no sangue;

– Batata yacon: rica em fibras solúveis e prebióticos, ela vem sendo utilizada em pesquisas com diabéticos, já que seu consumo parece não aumentar a quantidade de açúcar no sangue;

Com mudanças de hábitos de vida – e aqui incluo os alimentares – é possível sim reverter quadros de alto índice de glicemia no sangue e diminuir medicações. E saiba que se você não começar a reverter o diabetes agora, o Alzheimer fica ainda mais próximo.

Sim. Esta é apenas uma das revelações que o Dr. Léo faz em sua videoaula exclusiva.

Aqui na Jolivi vamos no cerne do assunto para que você conheça e reconheça as melhores possibilidades de construção diária e controle da sua saúde.

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