O desequilíbrio de substâncias pode ser a causa dos problemas comportamentais

Maior Menor

Pode parecer estranho, mas uma criança com TDAH (Transtorno de Distúrbio de Atenção com Hiperatividade) ou um adulto que tem comportamento agressivo e com olhar ausente talvez tenham algo em comum: o desequilíbrio nutricional.

Desequilíbrio este que acerta em cheio um órgão especial, repleto de neurônios.

Se você só pensou no cérebro, te convido a uma segunda tentativa. Acredite, o foco aqui é o intestino.

Peça-chave

O intestino é uma peça autônoma do corpo humano, aprendi com a professora e doutora Denise Carreiro, sua nova consultora aqui na Jolivi.

Segundo Drª. Denise, ele é capaz de executar por conta própria funções relacionadas aos neurotransmissores, sem nem ao menos depender do sistema nervoso central. Ela me explicou, inclusive, que os neurônios intestinais são muito parecidos com os cerebrais, sofrendo bastante interferência de estímulos externos.

Exemplos disso são expressões como FRIO NA BARRIGA e ENFEZADO, que tanto dizem sobre nossas emoções. Ou seja, é evidente que o intestino não exerce unicamente a função de digestão de um alimento. E é evidente também que ele é determinante para uma saúde psíquica plena.

Porém, é impressionante como o processo alimentar permanece negligenciado dos tratamentos e das estratégias para reverter ou cuidar dos distúrbios de comportamento.

alimentação

(SUGESTÃO DE LEITURA: Conheça 4 histórias totalmente diferentes que foram impactadas POR UMA MESMA mudança alimentar.)

QUERO CONHECER

A questão é que não é porque o cérebro está “distante” dos outros órgãos que suas células não são nutridas da mesma forma que as demais. A impressão que tenho é que, muitas vezes, nos esquecemos que o cérebro faz parte do nosso organismo. Com isso, quero chamar a sua atenção para um ponto.

Se já estamos convencidos de que a alimentação nossa de cada dia, que tanto adoece o nosso rim, fígado e pâncreas, por que o seu potencial destrutivo não chegaria ao cérebro?

Sim, leitor. A alimentação ruim leva pane ao nosso andar de cima. E, por causa dela, estamos vivendo esta explosão de depressão, ansiedade e outros transtornos.

Uma alternativa

Voltemos, então, ao exemplo da hiperatividade infantil que tem marcado as nossas crianças.

Em geral, estes pequenos não costumam ter boas notas na escola, são agitados, irritadiços e impulsivos, fazem xixi na cama durante a noite com frequência, tem dificuldade de concentração, possuem falta de coordenação motora e outros sintomas que vão variar de acordo com cada caso e sua gravidade.

Sabemos que grande parte destas crianças que apresentam estes problemas estão submetidas a tratamentos medicamentosos com metilfenidato, atomoxetina, antidepressivos ou estabilizadores de humor.

E sobre a alimentação infantil e seus impactos nos transtornos psíquicos o que é dito? Quase nada!

A nutricionista e nossa consultora, Drª Denise Carreiro conta que as crianças são particularmente vulneráveis aos efeitos de um desequilíbrio nutricional.

Desequilíbrio este que pode desbocar em problemas comportamentais, como o TDAH.

“Seus corpos são pequenos e o sistema nervoso ainda está no início das etapas de desenvolvimento”, fala. Ou seja, os estudos e a experiência clínica da Drª Denise indicam que existe um outro caminho a ser seguido muito além dos medicamentos para a hiperatividade.

“O tratamento tem que ser integrado, intervindo simultaneamente sobre a base orgânica, com medicação adequada, quando necessário, bem como sobre a estrutura ambiental na qual a pessoa vive e sobre seus padrões de comportamento”, fala.

Como se chega ao desequilíbrio

Para começar, te convido a pensar em como chegamos a uma situação de desequilíbrio. São dois caminhos até ele.

O desequilíbrio nutricional é causado ou por uma alimentação pobre em nutrientes essenciais ou por um excesso de consumo de substâncias inflamatórias.

De acordo com a Drª Denise, os principais alimentos alergênicos são aqueles que possuem proteínas de difícil digestão.

leite

Em linhas gerais, são eles:

– leite de vaca e cabra;

– soja;

– glúten;

– ovo;

– amendoim;

– oleaginosas;

– peixes e frutos do mar.

Além dos problemas de comportamento, o alto consumo destes produtos pode aparecer em forma de processos inflamatórios, como otites, cistites, rinites, faringites e amidalites; Assim sendo, repensar a forma como cuidamos do nosso intestino é essencial para melhorarmos a maneira como protegemos o nosso cérebro. E isso pode resultar em uma geração muito mais equilibrada.

A própria experiência pessoal e profissional da Drª Denise – que a levou a estudar a fundo estas relações entre comida, saúde e comportamento – pode nos evidenciar que usar os alimentos como remédio serve tanto para prevenir quanto para ajudar a solucionar problemas de saúde, tais como os transtornos comportamentais.

Foi para curar seus próprios filhos que a Dr. Denise encontrou a alimentação segura que hoje oferece aos seus pacientes.

Repense, caro leitor! Será que não vale a pena a família toda amanhecer ser o leite de vaca – tendo em vista que existem opções como leite de amêndoas, de coco, de semente de girassol e etc. – porque uma das crianças está apresentando alergia ou intolerância à lactose? Ou é preferível conviver com um pequeno que, diariamente, apresenta sintomas de TDAH, alergias alimentares e infecções diversas?

Por isso, deixo aqui o convite para que você conheça o novo produto editorial da Jolivi, focado na alimentação segura e saudável.

Com base nos estudos da Drª Denise, mensalmente, você receberá as recomendações desta profissional e transformar a sua alimentação e qualidade de vida.

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