Em nome das vendas, esconderam uma verdade da sua alimentação

Maior Menor

Pense rápido, leitor: quando você deseja proteger seu coração, quais ingredientes você acredita ser necessário diminuir na alimentação?

Já sei. Você lembrou da terrível gordura, tão maléfica e destruidora cardíaca, não é?.

Pois é. Há um grande porém nesta história toda e eu resolvi dedicar o nosso encontro de hoje para falar sobre isso.

Acaba de ser revelado para o grande público que, na década de 1960, bem na hora que a ciência definiu quem era o grande vilão dos problemas cardiovasculares, um determinado item ficou de fora propositalmente desta disputa.

Sim, rolou uma fraude de danos que ainda não foram totalmente calculados. E é providencial que você tenha conhecimento disso hoje para não mais cair nessa cilada que, pasme, quase 60 anos depois, ainda faz coleções de vítimas.

Resultados alterados 

Vamos lá para a revelação.

No início do mês de setembro de 2016, a revista científica Jama International Medicine publicou uma análise que provocou um terremoto no meio da saúde e bem-estar.

O artigo (assinado por Cristin E. Kearns, Laura A. Schmidt, Stanton A. Glantz . do Instituto Philip R. Lee Institute para Estudos de Políticas de Saúde) revelou que as pesquisas científicas realizadas a partir da década de 1950 relacionadas aos malefícios do consumo do açúcar foram financiadas e alteradas pela própria indústria produtora de açúcar.

Os produtores pagaram propina para que os cientistas de Harvard omitissem de seus estudos os danos provocados pelo açúcar. Entre os efeitos estão, por exemplo, as próprias doenças cardíacas.

Ocorre que os resultados – hoje sabidamente manipulados – pautaram as recomendações de médicos do mundo todo. Muitas destas diretrizes ainda permanecem vigentes.

Deram às gorduras saturadas o papel de grandes malfeitoras no combate às doenças cardíacas.  O pó branco , por sua vez, pegou “pena” muito mais leve.

O efeito não poderia ser pior.

A alimentação piorou de qualidade, as pessoas ficaram com medo de consumir manteiga, carne, abacate, castanha etc, e os casos de panes cardíacas só aumentaram nos últimos 10 anos. Criou-se uma “gordurofobia” e, por outro lado, o açúcar ganhou terreno.

manteiga

O caso só veio à tona agora, porém ecoa um alerta que há anos vem sendo feito pela nossa consultora e nutricionista, Drª Denise Carreiro. “Somos diariamente influenciados por informações publicitárias, jornalísticas e até científicas que não têm responsabilidade e nem compromisso com o nosso bom funcionamento orgânico”, alerta Drª Denise.

Foi por isso que a Jolivi decidiu dar um passo novo em parceria com a Dra. Denise. Com o objetivo de minimizar que o conhecimento das pessoas sobre a alimentação fique à mercê deste tipo de fraude, decidimos lançar o Remédio Natural.

(Se puder, reserve 5 minutos para conhecer o nosso conteúdo exclusivo focado em alimentação segura)

QUERO CONHECER O REMÉDIO NATURAL

Nome aos bois

Para você entender quem esteve envolvido no esquema, a análise publicada no JAMA revisou documentos internos, relatórios e declarações da Sugar Research Foundation (SRF) – algo como Fundação de Pesquisas sobre o Açúcar.

Em 1965, a SRF patrocinou um projeto de pesquisa sobre doenças cardíacas, encabeçado por profissionais da Universidade de Harvard, que foi publicado no New England Journal of Medicine (periódico que define condutas de médicos e nutricionistas dentro dos consultórios).

O documento afirmava que a gordura e o colesterol eram as causas alimentares das doenças cardíacas.

Nesta ocasião também, os pesquisadores foram pagos para abafar as evidências científicas que provavam que consumo de açúcar também era um fator de risco para as cardiopatias. Nenhum destes pesquisadores de Harvard envolvidos neste esquema está vivo para comprovar e endossar a história. Mas a SRF (hoje conhecida como “Sugar Association”) admitiu em nota oficial que “deviam ter sido mais transparentes”.

Naquela época, entretanto, este tipo de estudo não exigia tanta transparência, principalmente entre o conflito de interesses existente entre os estudiosos e o objeto de estudo. Vale ressaltar, leitor, que o período que compreende as décadas de 1960 e 1970 coincide com a explosão da industrialização no planeta.

Nestes anos, o universo da propaganda se esforçou demasiadamente e insistiu de forma persuasiva para que você e todas as outras pessoas acreditassem nos superpoderes dos alimentos processados e ultraprocessados.

E, infelizmente, parece que deu muito certo. Ricos em aditivos químicos e, claro, em açúcar, a sociedade acabou por absorver e acreditar que os industrializados são nutricionalmente iguais aos produtos naturais, com a “vantagem” de já estarem prontos para o consumo.

açúcar

Acompanhando a Jolivi, você já sabe que a sua saúde te agradece imensamente a cada vez que você deixa de abrir uma embalagem para descascar uma banana, cortar umas cenouras ou optar por água ao invés dos refrigerantes.

Há açúcar por todos os lados. Há açúcar em tudo o que eu vejo

A publicação do JAMA evidenciou que, como não poderia deixar de ser, que foi por meio da sedução econômica que os cientistas aceitaram colocar em risco a saúde das populações. Isso porque, sem o alarde sobre os efeitos deletérios do açúcar, ele ganhou carta branca para estar em todos os lugares.

Os fabricantes se aproveitaram do fato de a substância ser viciante, barata, altamente disponível e distante de pesquisas condenatórias para, inadvertidamente, a adicionaram o pó refinado em alimentos que você nem imagina.

De acordo com a nossa consultora Drª Denise Carreiro, a indicação é que o consumo do açúcar se restrinja a adoçar um café, um chá, um suco natural. E só! Mas olha só onde ele está presente, de forma sorrateira:

– ele está em molho de tomates, iogurtes e cereais;

– nos produtos tipo bolacha “sem açúcar”, mas que usa xarope de milho em sua composição;

– escondido sob o nome de néctar, xarope de ágave, xarope de alfarroba, xarope de malte e outros codinomes.

Pensando nisso, a minha recomendação é que você observe com toda atenção possível as embalagens, pois é por meio delas que você vai poder decidir o que levar para casa, ou seja, o que tem menos açúcar. Olha só:

– os ingredientes precisam ser listados na embalagem em ordem decrescente de quantidade. Então, os fabricantes usam nomes diferentes para denominar o açúcar fazendo com a quantidade real seja distribuída entre eles;

– toda embalagem precisa conter o valor nutricional de uma porção. O que acontece? A quantidade exibida no pacote parece pequena porque é a medição de uma porção pequena. Na realidade, o que você consome ultrapassa essas quantidades.

(No Remédio Natural, todo mês, oferecemos opções deliciosas para substituir o açúcar e outros ingredientes nocivos. Se quiser conhecer mais vantagens e benefícios da assinatura anual, é só conhecer mais aqui)

açúcar

Por que o açúcar faz mal, muito mal

Existe a crença de que o único mal que o açúcar pode causar é o excesso de peso. É claro que a alta ingestão da substância é responsável sim pelo acúmulo de gordura, mas existem outras consequências nem tão doces assim… Veja só:

  • Pode causar diabetes:

Já é sabido que o excesso de açúcar na corrente sanguínea atrapalha a produção do hormônio insulina, que transforma a substância em energia.

E como já dissemos aqui na Jolivi, esta doença metabólica é a porta de entrada para complicações que podem desembocar inclusive em doenças crônicas. A resistência insulínica e altos teores de açúcar no sangue, de acordo com pesquisas recentes, estão associados à Doença de Alzheimer.

  • É viciante:

Quando contei sobre o meu vício em refrigerantes (http://www.jolivi.com.br/sua-saude/alerta-os-efeitos-do-consumo-prolongado-de-refrigerantes/), o nosso consultor, Dr. Carlos Schlischka, o comparou os efeitos viciantes do açúcar com a cocaína.

  • Pode alterar seu comportamento:

Nossa nova consultora, a nutricionista Drª Denise Carreiro, associa o excesso de açúcar a algumas alterações de humor, pois a ingestão libera hormônios estimulantes. Por conta destes estímulos, inicia-se processos de compulsões alimentares porque será preciso não só saciar a fome ou uma simples vontade de comer doce, mas sim todo um mecanismo cerebral que precisa daquelas substâncias para continuar a funcionar.

  • Causa envelhecimento precoce:

Quem também se prejudica com o excesso de açúcar é a renovação das células, pois a microcirculação sanguínea fica prejudicada. As células da pele perdem sua elasticidade por conta de um fenômeno chamado glicação, que é quando as moléculas do açúcar se ligam às fibras de colágeno.

  • O intestino fica confuso:

Atire a primeira pedra quem nunca ouviu que comer muito doce dá dor de barriga. A crença popular tem seu fundo de verdade. O excesso de açúcar, além de aumentar as possibilidades de gases e de diarreia, desequilibra a presença das bactérias “do bem” presentes no intestino.

  • Detona a saúde bucal:

O açúcar é rapidamente transformado em ácido quando entram em contato com os nossos dentes. Por isso, danificam o esmalte e podem causar as famosas cáries. Até mesmo pequenas quantidades de açúcar consumidas com certa constância são perigosas para a sua saúde dentária.

É isso, caro leitor.

Foque não malefício do consumo da ingestão de açúcar, principalmente se você conviver com crianças. Assim, elas não irão desenvolver o hábito de consumir a substância, como aconteceu com as gerações passadas.

A melhor forma de nos alimentarmos é com alimentos que a natureza nos dá. Aposto que no seu quintal não tem uma árvore que dá suco de pozinho, né?

Sei da dificuldade, e por isso sugiro que você conheça o nosso Remédio Natural.

É válido lembrar que a assinatura anual do Remédio Natural contempla:

  1. 1 relatório por mês com recomendações exclusivas, em linguagem simples, sobre o poder dos alimentos no combate e na prevenção de doenças;
  2. Vídeoaulas da Drª Denise Carreiro sobre a ação dos nutrientes e dos alimentos funcionais o seu corpo e na sua mente;
  3. Receitas culinárias exclusivas e práticas, produzidas pela especialista Juliana Carreiro;
  4. Monitorias via WEBINAR, todos os meses, para que você possa tirar dúvidas sobre sua alimentação e escolher os temas das próximas edições.

QUERO ASSINAR O REMÉDIO NATURAL

 

Insira seu e-mail e receba nossos conteúdos gratuitos sobre saúde natural: