Vitamina D como alternativa para a doença de Chron

Maior Menor

Eu estava em uma baita enrascada.

Sabia disso.

E decidi dar o salto.

Hoje te peço licença, leitor da Jolivi, para falar sobre um grande dilema que marcou o início da minha trajetória aqui com você. Falar sobre isso é reforçar o compromisso de transparência que eu tenho com quem recebe as nossas recomendações.

Na 4a Edição do nosso Dossiê Saúde Essencial está a história inspiradora de Juliana Herkenhoff. Uma mulher de 41 anos que recebeu o diagnóstico limitador de Artrite Reumatoide. Mas aí, Juliana encontrou um caminho de tratamento alternativo. Para quem deseja saber como ela está, a foto abaixo parece mesmo ser a tradução mais pura de “muito bem, obrigada”.

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Desde que eu comecei a pesquisar sobre os problemas autoimunes, como a artrite reumatoide, eu sempre tive muito entusiasmo com a protocolo de tratamento usado por esta professora. Protocolo este que já beneficiou muita gente. Só que no final do ano passado, esta trilha que mudou a rota de Juliana cruzou bem no meio da minha estrada. Desta vez, era o meu maior tesouro que estava ameaçado. E, como eu disse, eu resolvi dar o salto.

Vamos lá ao meu histórico, titubeios e dilemas. Artrite Reumatoide faz parte do grupo das doenças autoimunes. Grupo este que serve para classificar mais de 100 problemas de saúde diferentes! 

Em linhas gerais, o que ocorre em casos de doenças autoimunes é que um dia o sistema imunológico – aquele responsável por te defender dos vírus, das bactérias e de qualquer agente infeccioso – começa a operar em uma espécie de “tilt”. Nestes casos, as células de defesa ficam tão desorientadas que entram em um combate maluco, atacando o próprio corpo e deixando sequelas em diferentes órgãos.

Na artrite reumatoide (que despertou em Juliana, por exemplo), o alvo são as articulações – especialmente as das mãos e as dos pés. Logo quando eu comecei a atuar na Jolivi como a sua editora, o intestino do meu irmão mais novo gritou para a nossa família: ali também “morava” um problema autoimune. Nestes casos, a manifestação intestinal é chamada de Doença de Chron.

Diante daquele diagnóstico familiar, parecia óbvio indicar ao meu querido caçula a mesma terapia alternativa que passara a frequentar as recomendações que eu fazia para você, leitor da Jolivi. Recomendações estas respaldadas por pesquisas científicas que, nos últimos tempos, passaram a pipocar em importantes jornais científicos de Harvard, no Lancet e tantas outros.

Então qual foi o meu dilema tão importante?

Sim, eu tinha muita tranquilidade com relação às vantagens deste protocolo de tratamento, até mesmo quando comparado aos medicamentos convencionais. Claro que havia extrema segurança naquilo que eu escrevia, fruto de muita pesquisa para o trabalho editorial. Só que também não posso negar que, de forma inédita, era alguém da minha família em jogo.

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Mais do que isso.

O José Neto, meu caçula, sem brincadeira, é meu coração fora do peito. Cogitar colocá-lo em risco em situação de saúde já fragilizada – ainda que de maneira acidental e com muita boa intenção – era uma possibilidade paralisante e aterrorizante. Estou te contanto isso porque do Chron do meu irmão, posso dizer com toda certeza: quando os jornalistas vivenciam aquilo que escrevem, a escrita é totalmente impactada.

Vamos?

Também por isso que eu reforço aqui o convite para você adquirir o nosso Dossiê 4 e uma assinatura anual do nosso produto editorial porque, com experiência própria, eu posso dizer: o intuito é que você encontre um caminho diferente por meio das recomendações. A nossa equipe da Jolivi trabalha arduamente para sempre, em cada uma das edições do Dossiê, trazer novas oportunidades de saúde para os nossos leitores.

Nesta edição número 4 do Dossiê Saúde Essencial, por exemplo, além de um especial com as 15 alternativas para a artrose e artrite, vamos trazer uma outra temática importante. Temática esta que tem tudo a ver com a vivencia do meu irmão.

QUER CONHECER?

O Cérebro: uma nascente de novas vidas

Como disse, para quem estiver entre os nossos assinantes, vamos mostrar os caminhos percorridos que mudaram a vida da Juliana após a artrite. Porém, também vamos retratar ainda as experiências:

– Do Luiz Carlos Pereira Lima após a gastrite

– Da Adriana Foz após o AVC (derrame)

– Da Dona Maria Annunciato, depois dos primeiros sinais da demência senil

Personagens reais, de 41, 66 e 94 anos, respectivamente, que endossam aquilo que a ciência já comprova e que o neurologista Fabiano Moulin explica de forma tão didática em nosso Café com Saúde especial.

Segundo ele, nunca é tarde demais.

A transformação que te coloca na direção de uma saúde mais plena e de uma qualidade de vida mais real está sempre disponível, independentemente da sua idade ou condição atual. Mas para isso, é preciso que você tenha conhecimento dos potenciais cerebrais, das maneiras de estimular o cérebro e de como podemos fazer com que este maestro do organismo trabalhe em nosso favor.

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Todos os dias, o cérebro pode ser a nascente de uma nova vida, não importa a sua idade. E, por vezes, o “parto” começa com a descoberta de uma doença. Foi assim com o Neto.

QUERO UMA SAÚDE NOVA

Pois então. Meu irmão tinha só 28 anos quando ficou evidente a necessidade de mudar a maneira como se relacionava com a saúde dele. Mesmo jovem, percebeu que o bem-estar físico não era algo “dado” e que estava completamente vulnerável aos fatores externos.

O Chron, para o meu irmão, vinha em forma de sangramento, fístulas, um cansaço importante, além de um trânsito intestinal completamente incompatível a uma vida fisiológica com qualidade. E até chegar ao tratamento ainda tido como alternativo, ele tinha percorrido uma jornada sem quase nenhum êxito composta por:

– Três cirurgias feitas em sequência, além de medicações típicas, que não cessavam a evolução negativa do quadro inflamatório;

– Uma teimosa permanência dos hábitos alimentares quase nada saudáveis, acompanhados de um estresse avassalador e pouca governabilidade na condução do tratamento;

Ok.

Se você chegou até aqui querendo saber o nome da alternativa de tratamento para o problema autoimune que agora é um ponto em comum entre o José Neto e a Juliana, eu até poderia te dar uma resposta simplista.

Sim, foi por saber do potencial terapêutico e curativo da vitamina D que eu sugeri que meu irmão seguisse este caminho de tratamento. De fato, o protocolo de superdosagem de Vitamina D – chamada assim, mas já reconhecida como um hormônio esteroide que interage com as 100 trilhões de células do corpo – tem mostrado resultados impressionantes para uma variada gama de doenças.

Principalmente para aquelas relacionadas à imunidade. Ainda assim, insisto que seria simplista dizer que a solução para as doenças autoimunes é a tal vitamina. E foi isso que eu aprendi com o Chron do meu irmão…

Qual é o nome, então?

O combinado, dizia eu para o meu caçula, era que se desse certo com a vitamina D ele viraria mais um dos “cases de sucesso” da Jolivi. Juntos, então, eu e o caçula demos o salto.

Ele, confiando o seu bem mais precioso. Eu, com enorme receio de nunca escrever este texto para você.

Durante quatro meses, o Neto tomou 80 mil unidades diárias do vitamina D. Vale dizer que tudo foi acompanhado de perto por um profissional praticante da saúde natural – como sempre sugerimos aqui – e pela realização de exames.

Semana passada, recebi o seguinte texto no Whatsapp: “Irmã, tudo certo. Pela primeira vez o quadro inflamatório está zerado. Uhuuuuu”.

Se eu dissesse que a responsável pela melhor notícia de todos os tempos foi a impressionante vitamina D, eu não teria aprendido lição que o Neto me deu. Lição esta que também está no terceiro tema do nosso Dossiê 4.

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O senhor do destino

Antes de te contar o aprendizado, preciso te dizer que o meu caçula é um excelente professor. Vasculhando minhas memórias, vejo o quanto eu já aprendi com ele:

– O Neto me ensinou a dividir pai e mãe, a amar alguém além do umbigo, a mexer no videocassete, a dividir o banco de trás do carro nas viagens longas.

Agora, para a Fernanda jornalista e editora de saúde, ele me ensinou algo fundamental.

Aprendi que NUNCA a cura é só externa ou de responsabilidade de um tratamento, seja ela qual for. Dizer que foi SÓ a vitamina D seria tão injusto como falar que a substância não teve participação. O Chron que cruzou o caminho da minha família tem um componente hereditário para a sua manifestação. Isso é inegável.

Mas a doença não foi capaz de tirar o Neto da condução do seu destino. Ele batalhou bastante. Fez mudanças importantes, porém possíveis, na sua alimentação. Limitou o estresse, tomou as rédeas do seu tratamento.

Por isso, pedi ao Dr. Leonardo Aguiar para que discorresse no conteúdo “Senhor do Destino” que fecha o nosso Dossiê 4 as formas como podemos nos apropriar da nossa genética. De forma simples, didática e encantadora, Dr. Léo mostra que o tal DNA não é uma sentença imutável e que há muitas formas de tornarmos nossos genes em um GPS de localização.

E, para surpresa de muitos, Dr. Léo mostra que esta modulação genética é bem mais prática do que imaginamos. Você não imagina, por exemplo, o potencial de uma noite reparadora de sono ou o investimento em substâncias antioxidantes como o resveratrol, presentes no cacau e no vinho, por exemplo.

Enfim…

Este empoderamento é o meu maior desejo quando escrevo na Jolivi. O Dossiê 4 é dedicado para o meu caçula, mas poderia ser também uma homenagem a todos os leitores que escrevem partilhando as suas conquistas (se você tem uma depois da Jolivi, me conte no contato@jolivi.com.br)

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